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NR 254. NewPOP divulga primeiras informações de GTO

Surpresa das boas!

A editora NewPOP revelou hoje, por meio de suas redes sociais, os primeiros detalhes do mangá Great Teacher Onizuka, de Tohru Fujisawa, futuro lançamento da editora. O título virá no formato original com sobrecapa e terá o mesmo papel Avena, mesmo utilizado nas novels da editora.

Great Teacher Onizuka (ou GTO) foi anunciado pela editora em janeiro, durante o NewPOP Day, evento em comemoração aos dez anos da empresa. O título foi uma surpresa por ser o primeiro mangá longo da editora. Completo em 25 volumes, GTO foi publicado entre 1996 e 2002 na revista semanal Shonen Magazine, da Kodansha. Devido ao seu sucesso, o mangá segue recebendo algumas sequências e spin-offs, como por exemplo o GTO – Paradise Lost, que ganha o oitavo volume este mês no Japão.

Por ocasião de seu anúncio, a editora divulgou que a previsão de lançamento seria no Anime Friends, em julho, mas depois disso a editora passou a dizer que não tinha uma data certa. Ainda no anúncio, a editora informou que provavelmente o título deverá ter periodicidade bimestral.


Sinopse: Acompanhamos o motoqueiro delinquente chamado Onizuka. Ele é grosseiro e pavio curto, mas que surpreendentemente assume uma nova ambição: ser o maior professor do ensino médio do mundo com a finalidade de paquerar as estudantes. Será que o Grande Professor Onizuka vai atingir seu objetivo? Não se depender da sua classe de valentões e delinquentes implacáveis.

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Leia também: os raros mangás com sobrecapa no Brasil

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19 thoughts on “NR 254. NewPOP divulga primeiras informações de GTO”

  1. Interessante escolha, me preocupo com o preço, mas vai valer a pena

    será que por já usar esse papel, eles meio que conseguem um desconto com a gráfica ou sei lá?

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    1. Algumas vezes a editora falou de “formato original” se referindo às dimensões, como quando questionada sobre o tamanho das novels..

      Então, imagino que agora ela esteja se referindo também às dimensões (que, no caso deve ser pocket, 12,5 x 18 cm).

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  2. Que GRANDE NOTÍCIA!!!Newpop como sempre não decepcionando!Espero que faça sucesso para que outros mangás venham nesse formato!Mas kyon, como é esse papel avena?Ele é bom?

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  3. Uma coisa não me sai da cabeça desde o Newpop Day 2017… se GTO era querido pela galera, são 25 volumes e tal, porque raios a JBC e a Panini não foram atrás dele??
    De resto, no aguardo do lançamento.

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      1. “GTO é querido, mas ele está bem longe de ser um Nisekoi, um Berserk ou um Vagabond, por exemplo.”
        Sinceramente @Kyon, não creio tanto nisto não…
        Acho que o povo está analisando melhor e ver o que compensa. Dois mangás com enorme potencial, mas ainda em andamento e possivelmente bem longe do término, e um que nem é tão querido assim pelo que vejo internet afora (e que já passou por momentos muito melhores), ou um mangá que todos que viram o anime ou leram o mangá de alguma outra forma acham bom e realmente é querido e FINALIZADO??

        E, Panini e JBC podem ter corrido atrás dele e simplesmente não terem conseguido… por que não??
        Ou simplesmente podem não ter corrido atrás de GTO por terem outras prioridades mais imediatistas… inclusive, vários casos que fundamentam bastante tal teoria por parte de ambas (JBC e Panini) são: Boku Hero, Kiseijuu, Shingeki no Kyojin, One-Punch Man, Sakamoto desu ga? e Ajin.
        Logo, creio que seja mais por imediatismo de ambas ou por GTO ser um mangá relativamente antigo com um anime igualmente antigo, do que falta de popularidade frente aos títulos citados, ainda mais em se tratando de Nisekoi…

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        1. Boa parte do que você falou se resume à popularidade^^. Imediatismo, anime antigo, etc. Tudo se resumo a popularidade.

          ——
          Cabe uma explicação:

          Quanto mais longo for um mangá, mais leitores ele vai perdendo no meio do caminho. É o que chamam de “curva de vendas”. Se a curva de vendas for muito acentuada, o mangá pode dar prejuízo e acabar sendo cancelado ou “indo para a geladeira”.

          Um mangá com 25 volumes é muito longo. Na verdade um mangá com 15 volumes já é muito longo. Entre 2010 e 2015 começaram a ser lançados no Brasil cerca de 300 novos mangás. Desses, apenas 31 possuíam mais de 15 volumes quando começaram a sair por aqui. Ou seja, apenas 1 a cada 10 mangás que sai aqui já possui 15 volumes no momento do lançamento. A grande maioria dos mangás no Brasil é de títulos curtos finalizados ou títulos em andamento com poucos volumes. Falei disso nesta postagem:

          https://bibliotecabrasileirademangas.wordpress.com/2016/03/07/um-manga-de-15-volumes-e-longo/

          Por isso, uma editora só vai atrás de um mangá com 25 tomos ou mais se for muito popular. Por que eu disse que: “GTO é querido, mas ele está bem longe de ser um Nisekoi, um Berserk ou um Vagabond”?

          Porque necessariamente Nisekoi, Vagabond e Berserk são mais populares do que GTO. Não faz sentido não serem. Ainda que no caso de Berserk a Panini tivesse receio em seu relançamento, a editora só foi atrás dessas três séries porque viu que tinha potenciais compradores (muitos pedidos), porque tinha popularidade. Se GTO tivesse mais pedidos na página da Panini do que Nisekoi, a editora certamente teria usado seu caminhão de dinheiro para conseguir essa série. É uma questão de lógica, afinal desde 2012, a editora tem ido atrás das séries mais pedidas. Elas são as mais “imediatistas”? Sim, mas igualmente isso se resume a popularidade.

          Agora, a Panini pode ter ido atrás de GTO e não ter conseguido? Eu acho difícil. Ela pode até ter ido atrás e não achado vantajoso publicar (licença cara e que deixaria o mangá num valor muito alto, por exemplo), mas se isso aconteceu novamente a questão da popularidade entra em cena. Se fosse popular, a empresa teria bancado. Pois eu acho difícil a licença de GTO ser mais cara do que Vagabond por exemplo.

          —-

          Note que eu só falei Panini. Nem conto JBC, pois ela só lança mangás de 25 volumes que forem extremamente populares. Depois do fracasso de Futari H e das aparentes más vendas de Ranma 1/2, a editora parece que parou de arriscar em séries tão longas que não são tão pedidas. Daí que com 100% de certeza GTO nunca foi cogitado pela editora.

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          1. Eu sei bem sobre várias coisas explicadas por você, meu caro @Kyon. Aliás, esta curva de vendas é uma coisa um pouco difícil de analisar com um nível alto de confiança por causa de alguns determinados motivos, entre eles: ‘A venda do volume 1’.

            “(…) JBC (…) só lança mangás de 25 volumes que forem extremamente populares. ” -> nisto eu realmente acho que tenho que concordar, haja vista POR EXEMPLO o ‘hype’ de Haikyuu!! e que muita gente pediu para a JBC, até para rivalizar com KNB, da sua maior rival em termos quantitativos, e a JBC meio que… “cagou” para estes pedidos. Além de estar por volta dos 20 volumes na época, Haikyuu!! é um mangá de esporte, e isto, creio, influenciou ainda mais a JBC a não pegar o título… Bem, pelo menos isto é o que aparentemente aconteceu.

            Mas, no contexto geral, continuo discordando:
            – Mesmo que a Elza viesse a público dizer que não quiseram pegar GTO por causa dos motivos citados por você, não acredito neste mundo tão certinho das editoras no YouTube e Redes Sociais, principalmente no que diz respeito a trazer título X ou Y. Especialmente pelo fato delas não serem totalmente transparentes com o público em alguns aspectos. Mas esta é a minha opinião sobre o assunto.
            – Aliás, falando na Elza, você diz que a Panini traria GTO se quisesse, bastando apenas despejar um caminhão de dinheiro lá na “casa do Fujisawa”, só que a própria Elza diz que a Panini não é uma editora rica que pudesse fazer isto e blábláblá… No que acreditar?
            – Terceiro que achar “difícil a licença de GTO ser mais cara do que Vagabond” é chover no molhado. Acho que é totalmente natural que Vagabond seja mais caro do que GTO para cá, por uma série de motivos, mas o mais especial deles é o fato de já ter tido 3 cancelamentos no país.
            – E acho que você não entendeu exatamente o que eu quis dizer com imediatismo… e por isto tratou tal palavra como um ‘sinônimo’ para popularidade, dado o contexto da minha opinião. Não, não se resume à mesma coisa. Quando falei de imediatismo e conectei esta palavra com os exemplos citados de ambas as editoras, eu quis dizer que foi por causa do imediatismo (causado pelos animes dos mesmos) que as editoras acabaram lançando tais obras, bem diferente do que poderia acontecer com GTO, que não tem nenhum anime passando ou nenhum anime que tenha passado recentemente. Analise os títulos que citei e vais ver que todos, sem exceção, tiveram animes passando muito próximo dos anúncios das editoras.
            Um mangá que é muito conhecido por mim há muuuito tempo, desde 2004/2006, desde quando o finado Anime Blade lançava notícias de rankings e blábláblá, é JoJo’s. Depois que o 1º anime da franquia veio, JoJo’s virou modinha por aqui entre um monte de moleques criados a leite com pêra e o ‘hype’ tomou conta das redes sociais pedindo para ambas as editoras trazerem o mangá. Este é um caso de exceção, mas todo mundo sabe porque isto até agora não foi possível… É assim, o pessoal assiste o anime e se aquele anime tiver mangá, já pede para a editora, sendo que muitas vezes, este monte de pedidos nem de longe se traduza em números vendidos daquele mangá…
            Sim, tem a questão da popularidade no meio disto tudo, sim, obviamente, e por isto também não me ative a apenas falar de popularidade por si só, mas não se trata apenas disto nem de longe, é isto que eu quis dizer. E, popular por popular, eu acho GTO bem mais que Nisekoi, mas talvez esta questão se resuma às diferentes realidades vividas e assim nos dê visões diferenciadas sobre isto…

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  4. Penso em comprar. Mesmo a NewPop tendo qualidade no papel, eles pecam na tradução e no tratamento da imagem. Vejo esses problemas nos mangás da Puella Magi. Eles sempre vêm com uma impressão estranha, parece que a imagem foi esticada, então fica tudo meio serrilhado, meio borrado. As linhas ficam serrilhadas; os screentones, sem definição e com um padrão estranho. Outro fato estranho é que o volume 5 de Drug-on tem os mesmos problemas que citei e parece que escureceram muito as imagens, pois tudo é branco ou preto, não tem cinza. Esses incômodos não aparecem nos volumes anteriores dessa obra.
    Não sei se a fonte é desse jeito – o que eu não acredito -, se o erro está no escaneamento do tanko, no tratamento da imagem ou na hora da impressão pela gráfica; só sei que não acredito que seja problema de lote, pois todos os meus mangás da Puella Magi são assim.

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