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A dificuldade das editoras em informar datas com antecedência

datasNão existe um planejamento?

I

Duas semanas atrás, quando a editora Panini publicou o seu checklist mensal, em sua página no Facebook, muita gente ficou perguntando se os mangás já estavam nas bancas ou quando eles estariam disponíveis. Não foi a única e nem a primeira vez que isso aconteceu. Isso acontece sempre. SEMPRE. E se você for em qualquer postagem da Panini você verá alguém perguntando quando é que tal ou qual volume irá chegar nas bancas.  A editora e alguns leitores respondem várias das perguntas, mas um ou outro acaba ficando sem resposta. E como as pessoas não costumam olhar todas as postagens e nem ver tudo o que as outras pessoas questionaram, as mesmas perguntas irão se repetir nas postagens seguintes gerando uma bola de neve.

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Leitores perguntando na postagem do Checklist na página da Panini

Se, de um lado, esse tipo de comentário revela que as pessoas não sabem como funciona e nem para que serve a divulgação do checklist, por outro demonstra um dos maiores problemas da editora Panini, a falta de informação clara para seus leitores. É um consenso que editora tornou-se mais presente nas redes sociais no último ano, porém essa presença é deficitária não informando de forma ampla tal ou qual dado. Um exemplo claro ocorre com a versão mensal de One Piece. Há meses sem estar presente no checklist, a editora não faz uma postagem sequer para falar aos leitores a situação, limitando-se, novamente, a responder um ou outro leitor casual nos comentários da postagem. O mesmo acontece com as edições inicias de Naruto Gold que até hoje não chegou nas antigas cidades de fase 2 e a editora jamais fez uma postagem para explicar a falta de previsão.

Creio ser bastante claro para todos que essa situação é um tanto ruim. As pessoas seguem as páginas das editoras por diferentes motivos, mas decerto um deles é ficar sabendo das novidades das empresas da forma mais cômoda possível. Qual é a utilidade disso se as informações não são dadas a contento? A Panini paga publicidade ao Facebook para seus produtos serem visualizados a um maior número de pessoas e romper as limitações da rede social, mas não mantém seus leitores informados adequadamente. Sim, pois estamos falando de algo que não custaria um só centavo para a editora e diminuiria muitas dúvidas dos consumidores em um passe de mágica.

Acerca desse ponto específico das pessoas ficarem perguntando se um mangá já está nas bancas, ele poderia ser muito facilmente resolvido se a editora disponibilizasse junto de seu checklist a data prevista para o título começar a sair nas bancas da revista. É claro que sempre haveria uma pessoa desinformada ou desatenta aqui e ali, mas boa parte das pessoas conseguiria saber a partir de que dia poderia começar a ir nas bancas procurar o título e, com isso, a editora evitaria que as pessoas morram de ansiedade^^.

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Aqui a pessoa também desconhece a periodicidade do título e não há como culpá-la, afinal essa informação não está disponível em lugar nenhum lugar no site da Panini, tampouco nos mangás.

Em minha opinião não basta somente divulgar o checklist e dizer que deve sair até o “dia 10”, é preciso informar ao leitor a data exata em que aquele título começará a sair nas bancas. É óbvio que a data não significa que o produto chegaria a todo o país no mesmo dia, mas o leitor sabendo que o título leva um certo tempo para chegar à cidade em que mora, poderia calcular por si mesmo o dia em que teria mais chance de ir à banca e ela já ter o produto que deseja.

Não faço a menor ideia de como é o trabalho interno da editora e quais as burocracias que a Panini têm para não realizar até hoje uma coisa tão básica que é informar uma data com antecedência, mas já estava na hora de a editora implementar isso.

Outras editoras nacionais de quadrinhos fazem esse procedimento de forma bastante rotineira até. Os checklists enviados pela editora Abril aos sites já possuem datas previstas desde o primeiro dia do mês. No nosso mundinho particular dos mangás, vez ou outra a NewPOP também informa as datas previstas para os títulos chegarem nas livrarias e, nos últimos três meses, a JBC também dá previsão de quando os títulos ficarão disponíveis nas bancas logo quando divulga o checklist. É claro que se olharmos bem (ver nota), tanto a Abril, quanto JBC e NewPOP possuem seus problemas organizacionais, mas em termos gerais mesmo com esses problemas elas ao menos buscam informar ao leitor uma data, sempre que possível.

Não precisamos ficar presos nas editoras nacionais para observar isso, se formos olhar nos outros países a coisa também é organizada. Na verdade, muito mais organizada. Na Itália, por exemplo, a proporção é outra e as duas maiores editoras de lá dão um show de organização. No site da Star Comics podemos ver que eles já têm até previsão de data para cada título que vai sair em novembro (e alguns de dezembro), o mesmo ocorre no site da Panini Itália.

Aqui no Brasil, entretanto, esse tipo de divulgação antecipada nunca fez parte das editoras nacionais de mangás, menos ainda da Panini Brasil que parece ter muito o que aprender com a matriz italiana. Vejam, por exemplo, que a editora concentra o checklist apenas em sua página no Facebook e os títulos só irão aparecer no site muito tempo depois, geralmente após terem começado a sair. Ou seja, se você não tem um perfil no Facebook e não acompanha os blogs e sites sobre mangás só ficará sabendo se tal ou qual título irá sair no mês por muita sorte, pois o site da Panini Brasil não terá essa informação de forma antecipada. Na matriz italiana, por outro lado, a informação está lá para quem quiser consultar a qualquer momento, de uma forma extremamente prática.

Acho que já passou da hora de a Panini Brasil realizar esse tipo de mudança e, olhando de fora, duvido muito que custe um só centavo para a empresa dar datas antecipadas – de quando sai este ou aquele mangá – e colocar os checklists com antecedência no site. Um pouquinho mais de organização cairia muito bem…

*Os problemas organizacionais das três editoras são bem claros. A Abril não possui informação no seu site sobre o que está saindo, então você teria que acompanhar pelo menos o Planeta Gibi, que é quase um porta voz da empresa. E a página do Facebook também não é muito organizada e só muito raramente ela coloca as datas. A JBC, por seu turno, não raras vezes altera o seu checklist. Em outubro, por exemplo, a editora colocou Knights of Sidonia nele, com data e tudo, e o retirou posteriormente. Já a NewPOP tem como principal ponto fraco a sua falta de periodicidade fazendo com que muitas pessoas perguntem quando tal ou qual obra irá ser publicada.

II

A falta de datas precisas e de informações, entretanto, não se limita apenas ao checklist mensal. Os títulos pausados também não possuem uma previsão clara de quando eles serão publicados. Neste mês, a editora surpreendeu os leitores ao colocar no checklist Kimi ni todoke #26, Psychic Detective Yakumo #13 e Black Butler #23 praticamente sem avisar a ninguém. Se você não acompanha este blog, você provavelmente só ficou sabendo disso com antecedência se segue Beth Kodama no Facebook ou participa de algum grupo de mangás. Isso porque a editora não se preocupou em fazer uma postagem específica aos seus consumidores para eles se programarem com antecedência.

Chega até a ser surpreendente, nesse sentido, a editora ter divulgado as datas de publicação de Berserk #75 e #76, quando não o fez para os outros títulos. Fica a impressão que a editora só divulgou isso para se promover a passar a mensagem de que “nós respeitamos os leitores”, por continuar a coleção meio-tanko. Por que não fazer esse tipo de divulgação para os outros títulos da editora também? Qual a dificuldade disso? A equipe que cuida da página fica perdendo tempo com fanarts, ou com vídeos semanais sem conteúdo interessante na maioria das vezes, em vez de publicar uma postagem realmente importante que deixaria ao menos os seguidores de suas redes sociais mais informados.  Será que a empresa prefere ficar respondendo pessoa a pessoa nas postagens e deixar muitas outras sem saber das coisas? Será que a editora não liga para essas falhas de conteúdo?

No Brasil, basta ver o exemplo da JBC que volta e meia faz um vídeo para divulgar previsões ou falta de previsões (Freezing, Next Dimension) de seus títulos pausados, além de postagens ocasionais nas redes sociais. Mesmo a NewPOP de vez em quando (muito de vez em quando) faz uma postagem para explicar aos leitores a situação deste ou daquele título. No exterior, a divulgação com antecedência sobre quando um mangá “em hiato” ganhará um novo volume também é uma regra de boa parte das editoras, muitas delas colocando dia e mês que vai sair vários meses antes de efetivamente ser publicado. Por que somente aqui é tão diferente?

III

Obviamente, a falta de informação não é exclusividade da editora Panini. Há um outro ponto em que todas as editoras de mangás são rigorosamente iguais em sua falta (aparente) de planejamento. Falamos dos títulos anunciados. Podemos contar nos dedos o número de vezes que uma editora de mangás anunciou um título novo e já deu a previsão de qual mês ele irá começar a ser publicado.

Pense rápido e responda: quando irá sair One Week Friends? Quando irá sair Sakura Wars? Quando sairá Nisekoi? Muita gente vive perguntando e não se tem uma resposta precisa. A única coisa que sabemos é que deve ser em 2017, mas quando de 2017 é impossível saber, pois as editoras não passam essas informações. Isso parece ser algo nosso, local. Em muitos países do mundo as editoras anunciam os mangás e já dão a previsão de datas, senão logo em seguida ao anúncio, pelo menos um tempo depois e com bastante espaçamento para as pessoas se programarem. Dragon Ball Super, por exemplo, foi anunciado nos Estados Unidos pela Viz agora em 2016 e a previsão de lançamento é maio de 2017. A obra já pode ser adquirida na Amazon americana em pré-venda, por exemplo.

Na França a coisa não é muito diferente e também temos editoras que avisam seus consumidores com antecedência a data em que tal ou qual título será publicado, como a editora Kana fez com o volume final de Naruto e suas continuações, como mostra a imagem abaixo:

kana

Embora pareça que esse tipo de planejamento só ocorra em países desenvolvidos, com economia estável, e em grandes mercados, isso ocorre também em outros lugares. Em Portugal, cujo mercado é minúsculo com apenas uma editora por lá, Platinum End foi anunciado agora em outubro com previsão de lançamento para março de 2017. Já na Argentina, nosso vizinho e país subdesenvolvido com uma inflação muito alta, também é comum as editoras anunciarem um mangá e já disponibilizarem a previsão de lançamento deles. Abaixo vocês veem uma galeria de imagens dos últimos anúncios da editora Ivrea, todos eles já com data para o título ser publicado por lá.

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Aqui no Brasil, o máximo parecido com isso que tivemos foi em 2015 quando a JBC fez um mini-calendário com previsões de alguns lançamentos e em 2016, quando a Panini fez o mesmo no início do ano. Tudo muito esporádico, tudo muito raro. A NewPOP chegou a prometer que faria algo parecido, mas até hoje nem sinal disso.

Hoje a situação para o consumidor que gosta de se programar não é das melhores. Você não sabe o preço que tal ou qual mangá virá e precisa mesmo assim ir juntando dinheiro ou reservando parte do orçamento sem ter uma base concreta. Acontece frequentemente de as editoras divulgarem que lançarão aquele título que você quer já no mês seguinte e todo o seu planejamento vai por água abaixo, fazendo com que você gaste mais ou tenha que riscar um ou outro título da sua lista de compras.

Uma mudança, entretanto, não parece ser matéria de preocupação da maioria das pessoas e, tampouco, das editoras. A verdade é que pouca gente considera comprar com antecedência e/ou acha normal ter que desistir de uma série porque outra começou a sair inesperadamente. Em minha opinião, se não temos dinheiro para comprar tudo o que queremos, ao menos poderíamos nos organizar de forma mais eficaz e evitar desistir de tal ou qual mangá, e para isso bastaria que as empresas divulgassem a data de lançamento e o preço muitos meses antes de ele começar a ser publicado. Vejam que um dos últimos anúncios da editora JBC, Blame!, já tem data prevista e preço, porém seu lançamento será menos de dois meses após esse anúncio. Como se programar financeiramente com tão pouco tempo? Inevitavelmente teremos que abandonar uns dois títulos se quisermos colecioná-lo. Se o preço tivesse sido divulgado uns 6 meses antes, daria para se programar e talvez não ter que abandonar nenhum mangá.

Um exemplo pessoal de como isso funciona é que só tenho conseguido, por exemplo, comprar as HQs Capa dura da Disney, pois a Abril divulgou com meses de antecedência o lançamento delas e pude economizar para conseguir pegar as que eu queria.

As editoras de mangás, porém, não parecem ter isso como prioridade. Na verdade, talvez nem se fale disso. A mim está claro que a Panini já poderia ter divulgado o mês de lançamento da maioria dos títulos anunciados dela (veja aqui quais são) já que, em teoria, ela sabe exatamente a quantidade de títulos que cada mês terá e já poderia e deveria ter programado direitinho. Mesmo se ela estiver esperando a aquisição de novas licenças, ainda assim já dava ter uma previsão de lançamento e (por que não?) preço. O mesmo vale para a JBC. Fora seus gargalos Inu-Yasha, Akira e Ghost In The Shell, todos os outros títulos anunciados da editora (veja aqui quais são) já poderiam estar programados e até em pré-venda para quem quisesse adquirir, ainda que tal ou qual título só começasse a ser publicado em dezembro de 2017.

Entendo que podem ocorrer imprevistos que façam um título ter que ser adiado (afinal até no Japão esse tipo de coisa acontece), que pode surgir um mangá novo que precise “tomar a frente” de outro, etc, mas não considero isso um impeditivo para que as editoras deem uma previsão com bastante antecedência.

Se eu trabalhasse em uma editora e tivesse o poder de decidir, toda vez que anunciasse um título também incluiria o preço e o mês de lançamento igual acontece em outros países, para que os leitores pudessem se programar. Se por qualquer problema ele tivesse que ser adiado por alguns meses, bastaria avisar sem qualquer problema, tipo a editora Glénat fez várias vezes com a nova edição francesa de Akira.

Obviamente eu não sei o que se passa dentro da cada uma das empresas e quais as estratégias/ procedimentos/ burocracias / dificuldades que cada uma tem para que elas não divulguem datas tão cedo, mas se outros países conseguem (sejam eles países ricos, sejam países pobres, sejam grandes mercados, sejam pequenos mercados, tenham economias sólidas, tenham economias fragilizadas e com alta inflação) é impossível eu não imaginar  que as nossas editoras também poderiam implementar isso.

Mas acho que eu sou voto vencido e, talvez, só eu e mais meia dúzia de pessoas gostaria que as coisas fossem um pouco diferentes no mercado nacional de mangás.

***

Termino o texto com um adendo: a NewPOP disponibilizou a assinatura do mangá Corpse Party: Another Child em março. Não lançou e nem tem previsão de lançamento desde então. Porém o o preço está lá e a assinatura está lá. Quem quiser já pode adquiri-la ou juntar o dinheiro necessário para quando for lançado. Não é o que os outros países fazem, mas é um passo. Por que não fazer isso com os demais títulos, NewPOP? E outras editoras, por que não copiar? ^^.

BBM

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18 thoughts on “A dificuldade das editoras em informar datas com antecedência”

      1. Verdade já vi no face deles!!Mas quanto ao assunto, eu acho que o que faz as editoras não se organizarem em nosso país é o fato de o brasileiro não ser muito fã de organização, isso vc deve saber.Gostamos de deixar tudo pra última hora e creio que com mangás não é diferente…Mas sobre os outros países eu pelo menos já vi um caso no méxico que é identico ao das nossas editoras, que é o da kamite, eles também não passam informação nenhuma sobre os títulos que vão lançar, eles sequer tem checklist….então não é só aqui no br pelo menos….

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  1. Eu vou ficar feliz se não lançarem mais nada nesse final de ano, porque Nijigahara Holograph + Blame + Slam Dunk vai ser um arrombo daqueles na conta. É bem o que está escrito, se houvessem fornecido uma previsão para esses lançamentos e com antecedência, não seria esse aperto, apesar de Nijigahara ser o único sobre o qual nos mantinham informados.

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  2. Ah, é uma vergonha, que a Argentina (um país que que quebrou e faliu há alguns anos) consiga fazer este tipo de organização e nós, não. Até Portugal faz! Caramba! Olha, Kyon, isso é desinteresse das editoras em fazer este tipo de organização e das próprias pessoas (como você mesmo disse) em fazer este tipo de coisa, pois se houvesse algum interesse, todos estariam pressionando as editoras para fazê-lo. É muito ruim ser pego de surpresa, ainda mais se você tiver um orçamento apertado. Eu mesmo compro meus mangás na Liga HQ em pré-venda. Fate Stay/Night mesmo, eu comprei dos volumes 10 ao 12, Pandora Hearts 4, The Testament Of Sister New Devil 2 e 3, Gangasta 7 e Black Rock Shooter – Innocent Soul & Black Rock Shooter – The Game… Muito antes de sair na banca. Ainda mais agora, que tive problemas com a assinatura de Akame Ga Kill pela Universo Lumina, que não está recebendo mais nenhum mangá pela editora e a burocracia para isso se resolver é enorme, e tive de correr atrás do prejuízo.

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  3. Infelizmente isso acontece muito, assim como acontece comigo, mas graças as minhas pesquisas em blogs informativos, no caso este, reduziram muito as minhas dúvidas.
    O que sempre me confundiu muito e me deixou com muitas dúvidas foi o fato do checklist começar no dia 10 de um mês e ser concluído apenas no mesmo dia do mês seguinte.
    A lição que aprendi foi, por exemplo, se o checklist é válido para o mês de Outubro, irei comprar os mangás (que não são poucos) da editora a partir do dia 15 de Novembro, onde terei 90% de certeza que irei encontrar todos ou ao menos uma grande parcela.

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    1. eu to fazendo compra a cada 2 meses. assim consigo comprar tudo oq estou colecionando. e sempre compro ONLINE, vem o frete camarada :P. moro em saopaulo/sp. nao passa de 10 reais de frete, e pego um belo desconto nos mangá.

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    2. É uma possibilidade porque a informação parece ser bem oculta nesse casos particulares.
      Eu também comecei a fazer minhas compras a cada dois meses por esse motivo. Só faço alguma compra antes quando sei que o mangá venderá muito a ponto de ficar esgotado, e como sou um leitor que tem uma certa ansiedade de ler acabo não esperando a reposição. kkkkkk

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    3. Eu estava pensando seriamente em colecionar Tokyo Ghoul, mas com esse descaso na publicação, principalmente nos problemas encontrados, desisti totalmente de colecionar, mesmo sendo uma das histórias favoritas minhas.

      E não se esqueça de Ataque dos Titãs quanto a reposição/reimpressão.

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      1. Mangá que precisa de reimpressão imediato é Tokyo Ghoul do 1 ao 5, Akame ga Kill Volume 1 que evaporou e muitos pedem e nada e alguns volumes de Berserk que tbm está com procura muito grande e clara já ia esquecendo do Naruto Gold 1 que tbm está com uma procura alta de uns tempos pra cá, TG já teve umas 2 reimpressão e msm assim não foi suficiente (Vols. 1 e 2).

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  4. Ta ficando difícil colecionar mangás,
    hoje estou comprando, OnePunch, Ajin, Noragami, Akame ga Kill, Sidonia,Ano Hana,
    e estou pensando seriamente em comprar Fullmetal Alchemist.My Hero Academia
    e ainda estava querendo comprar Log Horizon LN, mas me falta grana kkkkkk.

    e ainda virá Slam Dunk e Naruto Gaiden, final do ano vai ficar apertado :S.

    e ainda anunciam tudo em cima da hora, nao avisam ninguem, deixei de comprar Naruto Gold, Vagabond Pandora Hearts, Tokyo Ghoul e etc por causa disso, tanto por nao avisarem, ou por nao reimprimir os primeiros vol. :S 😦

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  5. Esse é o ponto fraco de qualquer editora aqui no BR, p bom da JBC é que quando sai o checklist eu ja sei mais ou menos p dia que posso ir na banca comprar algum mangá deles e ajuda muito, ja os mangás da panini tenho que ficar esperando sem saber que dia chega e indo direto na banca ou esperando pra ver se alguém já achou nas bancas pela pagina da editora. Agora esse de ter data de determinado mangá logo que anuncia acho normal, até pq eles veem em que formato e que preço deve sair e em que momento deve ser lançados. Claro que seria melhor se tivessem data. Raramente ele anuncia com datas, até JBC, só agora nesse final de ano, a editora já anunciou CDZ Kanzenban e Blame pra sair na CCXP, muito perto já do lançamento. Queria até pegar Blame mas eles anunciarão muito perto do seu lançamento. Ai terei que deixar pra pegar dps, e torce pra não esgotar rápido, até pq ja vi que bastante gente ta pensando em pegar.

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  6. Nem me diga. Eu que trabalho em revistaria sei o quanto sofro com essa falta de informação que nós, de pontos de venda, sequer temos (a distribuidora não avisa nada). O mínimo que posso fazer para melhorar o lado do cliente é avisar a ele quando chega algum mangá… E o que posso fazer é informar que chegue até o dia 12 do mês que vem por exemplo…
    Realmente, se as editoras tivessem o mínimo de organização (tipo, anunciar título novo quando já estivessem com o preço e periodicidade definidos) com certeza que não teríamos nenhum problema.

    Curtido por 1 pessoa

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