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NI 67. Algumas novidades da Panini… NA ITÁLIA.

Death-NoteInformações internacionais que nos interessam…

Na Itália, a matriz da editora Panini colocou no ar o checklist de outubro (sim, os italianos lançam com dois meses de antecedência mesmo) e alguns títulos presentes nele nos chamaram a atenção e viemos passar para vocês, em parte para sentir inveja, em parte para sentirmos esperança em relação ao Brasil…

Gunnm

gunnm 11O primeiro é o relançamento de Alita Battle Angel (o nosso conhecido Gunnm), de Yukito Kishiro. A obra será lançada no conhecido evento Lucca Comics & Games (o mesmo em que Tsutomu Nihei participou ano passado) e, pela primeira vez, será lançada em sua versão integral similar à versão japonesa em 9 volumes. Tal qual no Brasil, por lá o título só havia sido publicado em formato meio-tanko. Na Itália, entretanto, a continuação Gunnm Last Order também foi lançada, igualmente em uma edição contendo a metade de páginas do original japonês.

Aqui no Brasil, Gunnm foi publicado pela JBC, mas atualmente a empresa não possui mais os direitos sobre ele. Ou seja, esse é um título que poderia retornar por qualquer editora nacional. Segundo alguns editores havia dificuldade de licenciamento por questões burocráticas japonesas. Será que com o vindouro filme americanos, essas questões deixaram de existir? Será que alguma editora nacional já mandou proposta?

Gourmet #2

Tanig_coll4_gourmet.inddO mangá Gourmet, de Jiro Taniguchi, também aparecerá na Itália em outubro. O título teve a reimpressão do seu primeiro volume e terá o lançamento do segundo tomo. Como foi comentado em uma matéria, o título havia sido concluído em apenas 1 volume no Japão, mas depois foi ganhando capítulos extras até que saiu o segundo tomo que agora será publicado na Itália.

Aqui no Brasil, Gourmet foi lançado pela Conrad, em uma edição especial contando com sobre capa e tudo. Infelizmente, como a editora não publica mais mangás, ela não deve lançar esse segundo volume. E é difícil imaginar outra editora indo atrás de um mangá de culinária desse tipo.

A quem gosta de importar, a facada será alta, pois Gourmet é um dos mangás mais caros da Panini, custando £14,90, dez euros a mais que um mangá normal da editora.

Death Note Black Edition

death note italiaA Panini Itália lançará uma caixa com Death Note Black Edition contendo os 6 volumes, mais o chamado “Volume 13”, o databook da série. O custo da caixa com todos os mangás será £90,90.

A caixa ainda pode ser adquirida apenas com o volume 13, ao custo de £14,90 para quem já havia comprado o Black Edition antes. O databook não será vendido separadamente.

No Brasil, Death Note Black Edition foi publicado pela JBC, mas sem o databook. A empresa queria publicá-lo também, mas não obteve aprovação japonesa. Será que esse lançamento na Itália é indício de que a JBC possa republicar o databook em breve também? Vamos torcer que sim^^.

Black Butler

Enquanto aqui no Brasil, a Panini só lança databooks de Naruto e One Piece, na Itália a empresa publica até mesmo artbooks. A Panini publicará na Itália o segundo artbook de Black Butler. Serão 132 páginas coloridas ao preço de £29,00 (+- 105 reais). Esse é um desses produtos para sentir inveja, pois não deve valer a pena trazer para o Brasil algo que custe tão caro…

***

Você pode conferir tudo o que a Panini irá lançar na Itália a partir de outubro clicando neste link e nele clicar em Planet Mangá. Há várias lançamentos relacionadas a Naruto, além de alguns títulos que todo mundo prevê que venham mais cedo ou mais tarde ao Brasil e outros que é preciso ser ingênuo demais para achar que possam vir^^

BBM

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44 thoughts on “NI 67. Algumas novidades da Panini… NA ITÁLIA.”

  1. A Panini Itália parece ser mil vezes melhor não só do Brasil mas de qualquer outra empresa que publique mangás em nosso país. Sem contar que a qualidade das obras parecem ser excelentes também.

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    1. Talvez sim, talvez não. Já vi reclamação de italianos até com a edição em capa dura de Planetes que, segundo eles, possui um papel ruinzinho… Pois é, reclamação de papel não é só aqui^^.

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      1. Sério, Kyon? Eu fiquei surpreso e perplexo, agora… Eu pensava que esta reclamação sobre o papel era somente aqui no Brasil. Quando penso que eu já vi de tudo… Aí me aparece essa!

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        1. Americanos e mexicanos também reclamam aqui e ali de papel, não é absurdo imaginar que em todo lugar alguém pode estar infeliz com relação à papéis. Se duvidar a gente acha japonês reclamando, hehe.

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      2. Verdade, Kyon, eu também soube desse episódio do papel, mas só de observar que lá até Artbook eles lançam! Isso é impressionante. Matérias como essa mostram que o mercado nacional tem que evoluir muito ainda.

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  2. Enquanto lá eles relançam os mangás depois de certo tempo, aqui temos que implorar para que isso aconteça. Mangás como Chrno Crusade, Elfen Lied… Entre outros, mereciam um relançamento. Enfim, esta matéria não serve para termos esperança de nada, só inveja mesmo, e olhe lá! ¬¬

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        1. Não. Naruto só foi A Galinha dos Ovos de Ouro da Panini, por isso que eles queriam faturar o máximo que poderiam o mangá. E por isso veio em 3 formatos: normal, pocket e agora, a versão Gold.

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    1. Sirius, infelizmente apenas a JBC parece se mover para relançar mangás aqui no Brasil, sem contar que eles iriam faturar muito, muito mesmo se formos avaliar o número de pessoas que pedem relançamento dessas e outras obras que você citou.
      Certo que Naruto vende muito pela Panini, mas será que um relançamento de Bleach não venderia tanto ou até mais?

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      1. Na verdade LP&M já relançou ou melhor reimprimiu os mangás dela algumas vezes, a NewPOP já disse ter reimprimido e ano passado disse que ia relançar alguns. Não é exclusividade da JBC.

        A própria Panini relançou Naruto, Berserk e pretende trabalhar em Lobo Solitário. Fora que Slam Dunk, Vagabond e Dragon Ball meio que podem ser contados como relançamento.

        A coisa não é assim tão preto e branco. É algo a ser analisado caso a caso, analisando vários aspectos de cada relançamentos e reimpressões.

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        1. Dragon Ball tem hype danado por causa dos Dragontards, mas veio num “relançamento” porco, com papel nornal 49g. Só Naruto, Berserk, Vagabond, Slam Dunk e Lobo Solitário (se bem que os 2 últimos não é certeza, mas eu mencioná-los mesmo assim) tiveram um relançamento digno. Porque quando a JBC relança algo, pelo menos eles têm a dignidade de fazer algo melhor que o anterior. E no caso de Dragon Ball, embora sido meio tanko, teve uma publicação de qualidade. Pode ser Roses, mas estes aí são casos isolados. Somente a JBC tá empenhada em relançamentos e com alguma qualidade em relação a Panini.

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        2. Nossa, tudo isso de relançamento da Panini? Que lista grande, não? Mas citei apenas relançamentos, não reimpressões. Mas já que você citou esse caso, vamos ver quais mangás a Panini reimprimiu? Dá são pouquíssimos, sem contar que Ataque dos Titãs, Black Butler, One Piece e muitos outros títulos não é possível encontrar ou com valores catastróficos de 99,99 numa obra com papel jornal.
          Me diga então por que Bleach não é republicado no país se a Panini relança tantos mangás assim? E quanto ao título paralisado que pretendem começar desde o volume 1? Vai ser lindo se mudarem o formato, nem quero ver a cara dos clientes que compraram a versão anterior…

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      2. E João Vitor, eu concordo com você. Afinal, a JBC é a única editora ao qual não precisamos implorar para ter relançamentos de certos mangás em relação a Panini. E o mercado de mangás está bastante consolidado e a Panini já tem uma noção de qual de seus mangás tem um público garantido e seria sucesso de vendas caso fosse relançado novamente. E Roses, a iniciativa da L&PM de reimprimir alguns de seus mangás esgotados, é louvável. Bem que as demais editoras podiam seguir o exemplo dela. Infelizmente, não é bem assim que acontece.

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        1. Sirius, outra coisa que esqueci de mencionar foi o fato de a JBC fez algo que me surpreendeu, escolher algum titulo que ela publicou no passado para traze-lo de volta.
          E quanto as reimpressões, toda a editora deveria fazer isso, porque pagar 99,99 como citei anteriormente é um absurdo independente de qual seja a empresa que faz a publicação.

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        2. Sim, Sirius, eu acompanhei e comprei todos esses que você citou, é que da forma que eu me expressei não ficou muito claro minha opinião, eu acho. Me desculpe.

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      3. Sem contar que se analisarmos apenas por títulos republicados que a própria editora lançou no passado a diferença torna-se ainda maior. Diga-me os números de mangás que a Panini publicou e me diga quantos desses ela relançou?

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        1. Bem, eu falei com relação a JBC. Quanto a Panini, não faço a menor ideia. A Panini deixa muito a desejar em questão relançamento. Reimpressão é algo inexiste na Panini.

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        2. Pra gente ter algum relançamento de algum mangá da Panini, teríamos que encher o saco da editora na página dela e no Onegai Desu (que eu nem sei se eles olham!), fazer campanha durante meses, pedir e implorar de joelhos para que a Panini resolva relançar algo. Se não for assim, você não consegue nenhum relançamento dela. Porque ela é incapaz de relançar algo por iniciativa própria. É lamentável, mas é a realidade da Panini Brasil. Aqui você tem que suar a camisa para ter um mísero relançamento! E quando o fazem, ainda não é lá estas coisas. Olha, é difícil lidar com a Panini.

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        3. Sabe que é pior disso tudo? Acho que nem se implorar de joelhos eles lançam, eu lembro como era horrível entrar nos comentários da Panini, já que a cada publicação era alguém pedindo Bleach, mas até hoje os fãs estão esperando. Não sei como fazem isso com os leitores. Falta de respeito total.

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        4. João Vitor, você deve ser um leitor de mangás que tá chegando agora, portanto não deve saber, mas a JBC já relançou vários de seus mangás antigos. Eu vou listá-los aqui pra você: Card Captor Sakura (Sakura cardcaptors), Guerreiras Mágicas de Rayearth, Love Hina, Rurouni Kenshin Hellsing (Samurai X), Yuyu Hakusho… E agora, Full Metal Alchemist.

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        5. Ah, eles não pedem Bleach e/ou qualquer outro mangá nos comentários das postagens da página da Panini, porque agora existe o Onegai Desu, um espaço próprio para o pessoal ficar postando e enchendo o saco da editora por lá. E mesmo que pedíssemos encarecidamente tal mangá, falta interesse da editora e dos próprios leitores, igualmente. Aqui no Brasil não há publicações de todos os gêneros e nem de todas as demografias existentes, porque o pessoal só gosta de mangá de lutinha (ainda que não seja todos, mas a grande maioria o é, infelizmente).

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          1. Sem querer desrespeitar, mas é bem engraçado essa noção de “implorar” que vocês têm. Todas as editoras fazem aquilo que é melhor para elas, se a JBC tem “atendido” seus desejos é meramente porque está dando certo para ela aquilo e não por estar atendendo seus pedidos.

            Em todo caso, a Panini geralmente é “esperta” e espera certas tendências se estabilizarem para então cogitar. Foi assim com o formato tankoubon, com páginas coloridas, como o novo formato em offset e com relançamentos. A editora só foi atrás de relançamentos após a JBC começar e continuar a explorar isso.

            Eu tenho a impressão que com o sucesso de Vagabond, que acredito eu abriu alas instantâneas para Slam Dunk, e a chance que darão para Lobo Solitário e deram para Berserk, assumindo que continuem a vender bem até lá, a Panini deve começar a trazer cada vez mais desses mangás antigos de volta. É bem o perfil deles.

            Eu ainda tenho certa esperança de que as editoras comecem a trabalhar com omnibus para os relançamentos. Omnibus são volumes 3 em 1 econômicos. São ótimos para relançar séries enormes sem matar por longos períodos a “vaga” que poderia ser de um mangá inédito. Além de serem mais em conta e serem ótimas alternativas para reimpressão. Por exemplo, ao invés de republicar OP (cujos volumes iniciais já estão complicados) você lança os primeiros volumes em omnibus aos poucos, de forma que seja possível facilmente comprar todos os antigos e alcançar a publicação atual. É barato e fácil. O único problema é quem dá mais bola pro padrão na estante do que o conteúdo do mangá. Imagino várias pessoas que não iam querer ter 10 volumes omnibus e depois o resto tankoubon… Talvez eu seja a exceção de não dar a mínima e comemorar a economia. Haha.

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        6. Ah, eu havia esquecido de dizer… HAHAHAHAHAHA… A palavra implorar que eu usei nos comentários, Roses, foi uma forma de falar que para conseguir que a Panini relance um determinado mangá é difícil, quase que impossível. Mesmo que muitas pessoas a solicitem. E como você bem disse, para isto sair é preciso analisar caso a caso sob vários aspectos. HAHAHAHAHAHA… Seria exatamente isso. Eu sei que não era a palavra a ser dita e nem usada naquela hora. Só que eu não achei uma mas adequada para usar naquele momento.

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  3. Olha, você disse que “apenas a JBC”, eu respondi que não é assim, não é exclusividade da JBC. Não é preto e branco, são tons de cinza. Existem vários tipos de relançamentos e vários tipos de reimpressões. E não são duas coisas diferentes, são filhos do mesmo processo. Veja só, se uma empresa não faz reimpressão e mantém seu catálogo ativo, acaba sendo necessário em algum momento relançar. Por outro lado a que faz reimpressão periodicamente não precisa relançar, a não ser que queira realmente reinventar e fazer um novo formato e tal.

    Essa coisa de relançar em qualidade melhor é super subjetiva também. Eles relançaram Sakura, por exemplo, a segunda é muito melhor que a primeira versão porque a primeira era uma merda em todos os aspectos. Agora a segunda versão é mesmo uma versão muito melhor do que as outras dentro do que o mercado oferece? Eu particularmente não recolecionei vários, mas tentei Samurai X e a qualidade estava bem aquém do que eu esperava, reconstruções defeituosas e coisas cortadas, personagens inteiros cortados fora. Melhor que a primeira versão? Com certeza. A nata do mercado? De jeito nenhum. Nesse aspecto é igual uma pessoa ficar feliz em comer os restos de alguém porque até aquele momento ele só comia do lixo. Exageros a parte, é isso que eu quero dizer com considerar caso a caso. Fora que relançamento não significa que será feito um artigo de luxo, você pode fazer um relançamento com a intenção de ser um produto econômico e descartável. Aqui entra na verdade o seu gosto subjetivo e sua preferência, mas temos que lembrar que só porque queremos ou gostamos de um certo jeito, não significa que é errado quando fazem para quem gosta de um outro jeito.

    Vamos tentar sempre visualizar o que e erro e qualidade de adaptação e produção e o que é característica do produto. Por exemplo, existem offsets de marcas ruins e mais baratas, assim como existem papéis jornais de marcas mais caras e melhor qualidade. Isso é qualidade dentro das características do produto. Ser offset não é ter melhor qualidade do que o de papel jornal, é como discutir se maçã é melhor que pêra. Entende?

    Outro ponto para vocês pensarem é por que o relançamento é tão importante. A resposta geralmente é que você quer colecionar um certo mangá antigo que você não tem acesso, correto? Agora, você compreende que relançar algo (em vez de uma simples reimpressão) ocupa o mesmo espaço de uma nova série? Você que critica o tanto a Panini, não coleciona ou ficou animado com algum anúncio de lançamento pela primeira vez no Brasil pela Panini? Você compreende que se ela começar a relançar coisa do passado, ela vai parar de trazer várias das coisas inéditas?

    Não é uma questão simples assim, é uma briga entre investir em algo do passado ou investir em algo novo. Não existe uma resposta certa, não existe uma fórmula milagrosa. Daqui a alguns anos quando você já tiver todos esses mangás lançados atualmente, você pode se encontrar numa situação oposta, criticando as editoras por se perderem em relançamentos em vez de trazer novidades, como muitos reclamaram e muito.

    Essa melhora de características e qualidade também é uma forma safada de vender de novo para quem tem, não é bondade das editoras. É estratégia de venda. Por isso é tão diferente da reimpressão embora na prática seja a mesma coisa.

    E “não precisa implorar” é bem inocência, talvez você tenha dado sorte, mas quem quer Shaman King está implorando, quem quer Fruits Basket está implorando. A JBC pode parecer uma boa opção em alguns pontos, mas no total a maioria de seus produtos são raros, inclusive dos relançamentos. Achar Sakura #1 do relançamento já é complicado. Ou seja, se você começou a colecionar mangá agora, você já está tendo que desembolsar um valor maior que o normal por esse volume 1 e isso vai piorar até que daqui alguns anos terá gente pedindo relançamento de Sakura de novo. Será mesmo que ela fazer tantos relançamentos é indicativo de algo bom? Ou indicativo de algo ruim? De uma prática de indisponibilidade crônica.

    “Pelo menos está melhor que a Panini” vira um jogo de time e bandeira, estar melhor que a outra não indica muito. De novo, comer restos no prato é melhor que comer do lixo, mas não vence comer comida quentinha no seu próprio prato. Não faz sentido discutir se o esfarrapado é melhor que o roto, ou o sujo do mal lavado, deveríamos todos exigir mais que isso e não se contentar ou ficar perdido em briguinhas boba de vermelho e azul.

    E, antes de falar que você não faz isso, de brigar e lutar por timezinho, dá uma olhada na sua resposta e veja como não virou um ataque à Panini e como ela seria pior que a JBC. Muito cuidado amigo. 🙂

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    1. Eu até que admito que ataquei a Panini, Roses. E, pensando por este lado, realmente… Um relançamento de mangá realmente ocupa o espaço de algo novo e inédito que poderia vir, mas que terá de ser adiado para uma outra oportunidade. E que reimpressões não ocupariam esse espaço que um relançamento ocupa. Até que você tem alguma razão. Obrigado pelo esclarecimento.

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  4. Muitos entendedores de mercado nos comentários, deviam abrir uma editora e ficar ricos já que é tão fácil assim.
    Muito fácil bater no peito e falar que é óbvio que eles iriam faturar muito quando não é você que terá que investir e lidar com as consequências caso não dê tão certo assim.

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    1. A começar por você, né, sabidona? Que tal, então você abrir uma editora e depois vir nos dizer como é o processo e o que rola lá dentro, então? Se é que já não tem e já não sabe disso tudo, já que pelo que você disse dá entender que trabalha na área. Que tal, então, você falar de todo esse processo de faturamento e com as consequências de o faturamento não corresponder às expectativas da editora? Porque eu não tenho interesse algum em abrir uma. Eu não sou nenhum grande entendedor do assunto, tanto que o que eu falo do assunto de forma simplista, pois eu não sei o que rola lá dentro e desconheço o processo, e acho que tudo é fácil quando na verdade não é. Eu sei que você não vai falar nada. Enfim… Não sei por que você está se doendo tanto por causa disso. São só comentários de gente leiga e ignorante que desconhece o assunto em todos os seus detalhes e complexidade. Você não sabe é de nada e fala é muita besteira, garotinha. Você deveria é calar essa sua boca e ficar quieta no seu canto, o que é bem melhor para você. ¬¬

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      1. Gente, não vamos nos estressar também. Cada um tem uma visão de sugerir melhorias para o mercado brasileiro de mangás, o que era a o objetivo de cada um mesmo com opiniões a favor ou contra, tanto que irei me abster de comentar mais alguma coisa nessa noticia.

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        1. Visão de que, João Vitor? Tudo o que essa pirralha fez foi insinuações e provocações. Eu não vi a guria dar sugestão alguma de melhora de nada em relação ao mercado nacional de mangás. A criancinha mimada só queria chamar a atenção e dar piti, chilique e fazer birrinha. Nada mais. Enfim, eu não falo mais nada. ¬¬

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    2. Afinal, a única pessoa que está querendo dar uma de entendedora do mercado brasileiro de mangás e que está batendo no peito insinuando que sabe de todo o processo e que rola dentro de uma editora é você. Então abra uma editora, já que você entende tanto assim e que possui tanta grana para tal e não enche. Você fala demais! ¬¬

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      1. “A criancinha mimada só queria chamar a atenção e dar piti” e “Você fala demais! ¬¬”
        E escreve um textão dando piti porque a carapuça serviu, saquei.

        (não preciso me explicar, mas…) essa afirmação foi pura e simplesmente por conta de comentários como ‘se fizesse isso iria faturar muito’, porque aparentemente as editoras não fazem alguma coisa pois não gostam de dinheiro e não porque os riscos de prejuizo são grandes.

        Aliás, adorei a sua tentativa de me diminuir me chamando de pirralha, muito maduro da sua parte.

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        1. Quer saber? A pirralhinha que tenta ser adulta só sabe fazer comentários superficiais sobre o mercado de mangás e depois não gosta de ser chamada de criancinha mimada. Obviamente que você não precisa se explicar, afinal você não tem mais nada realmente interessante para dizer, a não ser fazer insinuações e comentários vazios repetindo o que você mesma já disse no comentário anterior e que, inclusive, já foi dito por outras pessoas antes de você. Só para você perceber a inutilidade do seu comentário e que importância zero ele teve. Ah, é? Não me diga… Você jura? Neste caso, a carapuça serviu perfeitamente para você. Afinal, se a garotinha fosse realmente adulta, inteligente e sensata… Teria ignorado o meu comentário. Mas não. Ela tinha que vir tentar me dar lição de moral e tentar ser adulta, mas tudo o que fez foi dar piti e chilique exatamente como uma criancinha mimada fez anteriormente, porque não aceita que alguém fira o seu orgulho. O que foi, se doeu? HAHAHAHAHAHA… Que piada! Ao meu ver, antes de você tacar pedras no telhado os outros, você deveria se lembrar que tem um telhado também… Só que que de vidro, chamado orgulho ao qual se fere facilmente. Você fala demais, garotinha. E quando fala, ainda não diz nada que preste. Fica calada, tá legal? Quieta e na sua, porque é melhor para você do que tentar crescer em cima dos outros, mas na verdade não passar de uma tampinha insignificante ao qual você realmente é. Ah, e obrigado pelo elogio. Ao contrário de você, não tenho pretensão alguma de ser alguém maduro. Já você faz questão e não consegue ser, no fim das contas. HAHAHAHAHAHA… Você é uma piada. Obrigado pelas prazerosas e deliciosas risadas que eu dei às suas custas.

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  5. Não dá bola pra ela Sirius,as suas opiniões são válidas,li todas elas.No mais,relançamento de mangas é um processo de incógnitas,tirando a necessidade de um bom público que queira um determinado relançamento,as editoras precisam muito avaliar inúmeros detalhes,um deles é a curva negativa de vendas,todas elas sofrem com isso,por exemplo,relançam Dragon Ball em versão Gold,o volume 1 ganha 50000 exemplares e vende 33895 cópias,dali a pouco,o volume 10 tem impressão de 35000 exemplares e vende 27000,esses números são apenas exemplos estimados,acredito que as tiragens sejam bem menores nas editoras brasileiras,então se você está relançando um manga muito longo,caso de Dragon Ball,imagina ter que lidar com muitos volumes pela frente e o público se esvaindo?Esse é o maior medo,parece que o nosso mercado amadureceu,mas ainda existem muitas dificuldades enfrentadas pelas editoras para terminar mangas que estão sendo lançados inéditamente no Brasil,que dirá acertar num relançamento,recentemente,a JBC licenciava,na maioria das vezes,mangas curtos e desconhecidos do grande público,enquanto a Panini estava,e ainda está,com a maioria de seus mangas com longa duração,porém,todos se tornam raridade rapidamente,o que explica o medo de não vender o que imprimem,o que explica também a grande quantidade de pedidos de relançamentos para a Panini analisar.Eu acredito que Dragon Ball e Bleach saiam em Offset,no futuro.

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    1. Obrigado pela força e pela consideração, Rodrigo. Realmente, cara, analisando tudo o que você disse realmente faz bastante sentido. E é preciso realmente analisar tudo tudo isto que você relatou, caso a caso. Só tem uma icógnita na Panini, que eu nunca consegui entender: como os primeiros volumes se esgotam, tornando se indisponíveis ao ponto de ficarem raros enquanto o mangá ainda está em lançamento. Naruto Gold, Berserk… E outros mangás da editora, como One Piece, Bleach… Os volumes deles ficaram raros já, porque a dificuldade de encontrar os primeiros volumes é enorme! Eu digo isso, porque já passei pela experiência de começar a comprar os mangás da Panini, como Sora no Otoshimono e Maid-Sama, tardiamente e ter tido uma dificuldade enorme de encontrar os primeiros volumes. Tanto é que eu não os achei em nenhuma loja, mas sim em grupos de sebos e de compra/venda e troca no facebook. Realmente não dá mesmo para entender.

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