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Por que a JBC não lança CDZ – Episódio G.?

episódio gNem suas continuações?

Saint Seiya ou, como é mais conhecido por aqui, Cavaleiros do Zodíaco, é uma franquia que ainda hoje dá frutos no Japão e é muito cultuado pelo público otaku pelo mundo, incluindo o Brasil. Os novos mangás e animes, bem como seus inúmeros jogos, action figures, entre outros produtos, são sempre consumidos pelo público brasileiro, ávidos por mais e mais produtos…

Em relação aos mangás, o último a ser anunciado foi Saintia Shô, a primeira saga protagonizada por mulheres. Contudo, o público não se contenta com isso. Volta e meia as pessoas pedem um novo relançamento da série clássica, e reimpressões de diversos volumes esgotados de The Lost Canvas e de The Lost Canvas – Gaiden. Contudo, se existe uma obra que as pessoas mais pedem um relançamento é o Episódio G..

Episódio G. começou a ser publicado no Brasil em 2004 e é difícil de se conseguir colecionar hoje em dia, especialmente pelo diminuto número de cópias do volume 19, um dos volumes de mangás mais raros atualmente. Em vista disso cabe perguntar: por que a JBC (editora que atualmente tem lançado as obras da franquia) não relançou Episódio G. ainda? Será que ela pode lançar o volume 0 e o Episódio G. – Assassin? Viemos aqui falar sobre isso:

1 – Cavaleiros do Zodíaco – Episódio G.

Embora as pessoas desejem um relançamento de Cavaleiros do Zodíaco – Episódio G. pela JBC, a verdade é que isso era bem difícil de acontecer. O título foi concluído no Brasil apenas ano passado, quando foi lançado o 20º e último volume, isso sem contar que os volumes não esgotados da coleção continuam a figurar na loja online da editora, o que teoricamente indicaria que a licença ainda pertence à Conrad. Teoricamente.

Perguntada por um leitor em uma rede social sobre essa a questão, a empresa afirmou que já não tinha mais a licença do título.

conrad

Confiando que a informação passada pela Conrad seja precisa e que a editora não tenha mais os direitos, isso significa que a JBC (ou qualquer outra editora) pode adquirir a licença a relançar o mangá sem problemas, correto? Não exatamente. Talvez haja pendências contratuais.

Como Cassius Medauar (JBC) e Junior Fonseca (NewPOP) já disseram algumas vezes, pode ser difícil adquirir uma série lançada anteriormente por outra editora. Existem várias formas de quebrar contratos e, às vezes, as editoras “penduram a conta” e somem. Para outra editora pegar a série, ela passa a ter que pagar por essa “dívida” ou normalizar a situação no país. Episódio G. pode estar enrolado nessa situação, assim valeria menos a pena relançar esse mangá do que apostar outras séries, como Saintia Shô.

2 – Cavaleiros do Zodíaco – Episódio G. (volume 0)

Então, a JBC poderia pelo menos lançar o volume 0 que a Conrad nunca publicou? Difícil. Embora seu contrato seja à parte (a Conrad chegou a dizer que queria negociá-lo) como parte integrante da série, o volume 0 pode estar atrelado às pendências anteriores. Desse modo, o único jeito de lançar esse tomo seria resolvendo os possíveis problemas da série…

3 – Cavaleiros do Zodíaco – Episódio G. – Assassin

A continuação de Episódio G. está rolando no Japão e, até agora, a JBC não o trouxe. Por quê? A editora já havia comentado anteriormente que o título era muito recente e a empresa precisava saber “para onde o título ia” antes de pensar em lançá-lo por aqui.

Porém, como Episódio G. – Assassin é continuação direta de Episódio G., os mesmos empecilhos do item 1 valem aqui: possíveis pendências contratuais podem impedir outra editora de publicar o título.

Embora a Akita Shoten (editora japonesa) pareça não ter problemas em dar obras da mesma franquia para editoras diferentes (afinal, ela deu The Lost Canvas para a JBC, enquanto a Conrad ainda lançava Episódio G.), o fato de Episódio G. – Assassin ser uma continuação direta de uma série provavelmente é um inibidor, afinal a obra está atrelada a uma outra.

***

Então não devemos contar mais com Episódio G. no Brasil? Não exatamente. Como dissemos Cavaleiros do Zodíaco ainda tem bastante fãs no Brasil e parece que sempre faz sucesso, não importa a mídia. Até mesmo DVDs que costumam ser fracassos de venda quando se refere a animês vendem que nem água quando se trata de Saint Seiya.

Nesse sentido, é de se esperar que em algum momento, talvez após o final de Saintia Shô, a editora JBC consiga os direitos de Episódio G. e o relance no Brasil, afinal não tem mais quase nada inédito (em se tratando de mangás) de Cavaleiros do Zodíaco no Japão.

Talvez o único empecilho para que isso aconteça brevemente seja um relançamento do mangá original que, embora a JBC não demonstre interesse no momento, nunca se pode descartar.

BBM

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30 thoughts on “Por que a JBC não lança CDZ – Episódio G.?”

  1. Eu sou uma dessas muitas pessoas aguardando reimpressão de alguns números de Lost Canvas e do Gaiden para completar a coleção TvT…

    Também estou torcendo para anunciarem alguma coisa depois de Saintia Shô, talvez um relançamento da série principal num formato tipo Yu Yu Hakusho. Gostaria que criassem um padrão para depois relançarem as outras séries de CDZ em formato semelhante, sonhar não custa nada né?

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  2. Eu ficaria com medo se a JBC (re)lançasse Episódio G no Brasil, pois, certamente, teria uma qualidade aquém do ideal. Se lançassem Assassin, então, aposto que teriam a pachorra de usar papel jornal para imprimir esse mangá. Eu nunca vou me conformar com o que fizeram com Next Dimension, que eu parei de comprar depois do 5 de tão desanimado que fiquei com a qualidade física dele.

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    1. Hein? Ficar com medo de a JBC lançar mangá? Isso não faz o menor sentido. Rsrsrs

      Veja que não há nenhuma alternativa para as suas críticas. A Panini lançaria tudo em papel jornal (e provavelmente um jornal pior que o da JBC). A Nova Sampa também. E a NewPOP nem iria atrás do mangá (volumes demais).

      Entendo o seu ódio por Next Dimension, mas o seu comentário não fez o menor sentido realmente…..

      Curtido por 1 pessoa

      1. HAHAHAHAHAHA… Que piada! Os caras criaram uma neura e um ódio gratuito pela JBC, que é difícil explicar de onde vem. Se a JBC lançasse ao menos Os Cavaleiros do Zodíaco Episódio G, eu colecionaria do jeito que viesse. Certamente seria bom que ele fosse impresso em papel offset, mas eu (e nem ninguém, aliás!) está na posição de escolher nada.

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        1. Eu lembrei da época em que eu colecionava Fushigi Yuugi pela Conrad. Já tinham sido lançados 21 volumes meio tankos do mangá em papel offset, mas quando eu fui comprar o volume 22, ele tinha vindo em papel jornal, como o restante dos volumes, aliás! Eu fiquei indignado e até furioso, mas ódio, não. Só que eu não iria desistir de colecionar um excelente mangá por causa daquilo e continuei a colecioná-lo até o final, resignado. Fazer o que? Eu não estava na posição de escolher ou eu continuava ou ficava sem.

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  3. Realmente, parece que virou modinha criticar a Jbc. Certo que o papel de alguns volumes estão transparentes, mas é preciso ter em mente que a situação do país ainda é instável e o licenciamento de alguns títulos como FMA, Zetman e Knights of Sidonia são caros. Teve até uma galera que ficou indgnada, porque My Hero Academia virá pela Jbc, afirmando que se viesse pela Panini teria o mesmo tratamento de One Punch Man, sendo que se viesse pela Panini teria o mesmo formato dos shounens da editora, até Slam Dunk viria em papel jornal por ser shounen, mas vazou o preço do mangá e a galera ficou revoltada com a Panini.

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    1. Na verdade, a JBC é meio que criticada desde sempre. Rs. Já vi uns fóruns antigos de 2004 e ela já era criticada.

      A questão é que ela faz por merecer uma crítica ou outra, porém as pessoas exageram e ficam nesse mimimi, achando que a editora é muito pior do que as outras. Daí aparecem essas coisas sem sentido, como esse caso que você citou de Boku no hero academia.

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      1. Como pessoas que lê e compra mangá a uns 15 anos, eu atesto que a JBC foi sempre odiada haha

        No início mesmo, os mangás dela eram cheios de problemas e defeitos, tinha a fase 2 onde quase não chegava nada é tudo socado (ainda pior do que é agora), mas eles tinham loja on-line que era a minha salvação. Deixava acumular 3 meses e comprava tudo junto.

        Mais para frente tinha bastante problema de revisão, um amigo que colecionava coisas que eu não ficava abismado com a quantidade de cauda e calda trocados, tijela e coisas assim. Eu por outrolado ficava louca como os borrões brancos, eles apagavam tudo na borrachona e não tapavam, eram buracos e quadros brancos para todo lado. Igualzinho o que a Nova Sampa faz/fez e alguns mangás da LP&M.

        Outra coisa que me deixava louca eram as fontes, eles usavam uma só para tudo, mas todas tiveram essas fases na verdade. O problema é que enquanto a Panini diversificava, reconstruía e fazia trabalhos lindos visualmente a JBC era amadora e deixava a desejar. Essas partes visuais só foram mudar um ano depois do Medauar entrar na JBC. Demorou pra porra…

        Novamente as fontes das críticas à JBC são mais comparativas, eles perdem em preço, perdem em qualidade de papel, em qualidade de costura, etc. Não tem como evitar essa comparação. Particularmente também tem o Medauar, a criatura pode ser muito arrogante e grossa, principalmente no Twitter, humilhando e discutindo com os leitores e qualquer um que não concorda com ele. Note que ele transformou o Twitter pessoal dele no Twiter oficial da JBC. Se você quer saber infos da JBC e só pode seguir um deles, em qual você acha que sai às notícias primeiro? Se bem que faz tempo que não acompanho, pode er mudado. Em todo caso, ele passa uma ideia de quem gosta de atenção e ser adorado, meio narcisista, mas até aí isso é a minha impressão subjetiva dele. Ao vivo ele também fez muita piada sem graça e aquelas provocações e ofensas disfarçadas de gozação. Simplesmente já acabo olhando torto para a editora por causa do representante.

        Por outro lado a Beth é bem… Agradável, gentil, ela ouve suas besteiras e sorri. Ela deve estar pensando “que retardada”, mas ela não sai daquele modo educado e gentil dela. Você acaba indo com a cara e quando vou criticar alguma besteira deles até me sinto de alguma forma culpada, haha.

        O Junior é outro que passa sensação de ser “um de nós”, me dá uma sensação de culpa criticar ele, a impressão é que ele é o underdog e bater no underdog é maldade? Haha

        Escrevi demais… Preciso fazer terapia para parar (?)

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        1. Acho válido apontar erros e reclamar quando necessário, mas tem um pessoal que pega um pouco pesado demais com a JBC mesmo ^^’! Vejo comentários como ” queria que X mangá viesse pela Panini pois seria mais barato e com qualidade melhor”, como se a editora só lançasse mangás em sulfite, com orelhas, efeito especial na capa e custando R$9,90 lol! Ignoram completamente que a grande maioria dos mangás da Panini ainda é em papel jornal, e que apesar de um pouco mais baratos que da concorrente, a qualidade é bem semelhante ou até inferior. Se ainda fosse comparar com a NewPop que só lança em sulfite, ainda vai, mas o formato de Berserk, Vagabond, OPM etc ainda é exceção, além de serem os mangás mais caros da editora.

          A revisão da Panini em geral é melhor, mas o fato deles ainda usarem honoríficos me incomoda muito. Não lembro de ter visto muitos erros nos textos da JBC recentemente, a única coisa que gostaria que eles melhorassem é o tipo de sulfite mesmo, já que os mangás em papel jornal em geral me parecem ser um pouco mais caprichados que os da Panini. A NewPop é quem precisa se atentar mais à revisão, mas admito que faço vista grossa pra eles já que gosto da qualidade física e do fato de trazerem títulos que muito provavelmente não viriam por outras editoras ^^’…

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          1. Mas é normal haver pessoas que acabam criando repulsa ou aversão, porque a gente não julga apenas aquilo que realmente está ali, mas toda a nossa experiência com a editora.

            Desde que o Medauar foi rude comigo eu tenho uma posição negativa com relação à JBC, é instintivo. E quando aquilo que você não gosta continua a acontecer você perde a racionalidade e passa a ser uma questão emocional. A responsabilidade de controlar e gerenciar como as pessoas sentem em relação à sua empresa é sua.

            Pega a NP como você acabou de descrever, você escolhe fazer vista grossa e tolerar coisas por causa da uma suposta qualidade física e tipo de título. Mas a única diferente em relação à Panini agora é a costura interna e eles não têm orelha. Mas você ainda e várias outras mantém essa imagem de que eles têm uma qualidade física muito melhor e a ser louvada. Isso é uma imagem criada, é fruto da repetição incansável deles de que os produtos dele tem boa qualidade, o tempo todo eles repetem e repetem, isso é mesmo a alma do negócio.

            A Panini também sempre repete sobre o cuidado deles em tradução, em ouvir o cliente e as sugestões, em valorizar e dar brindes, etc.

            A JBC está sempre ocupada com narcisistas falando deles mesmos. A quantidade de vezes que o Marcelo se perdeu falando sobre o que ele acha ou quer é imensa. Pode ler os posts e assistir os eventos, quase não falam dos benefícios deles. É quase como se não tivesse. Se a editora tem uma legião de hater é por não saber trabalhar sua imagem. Se até uma empresa cheia de problemas e atrasos como a NP consegue uma boa imagem, como diabos a JBC está tão mal?! A Conrad também era odiada, o pessoal reclamava bastante de tudo, tinha péssima imagem e falta total de confiança do público.

            Por outro lado, a Panini, que é a senhora canceladora, tem mais confiança do público que a JBC ou NewPOP. Como pode isso?! Sabe trabalhar o público e sua imagem. 🙂

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        2. Hahaha. Escreveu demais mesmo.

          Mas, né, eu não acho que o papel jornal da JBC seja inferior. Ele é melhor ou igual do que o da Panini, a depender do mangá. O de Anohana é muito bom, melhor que o da concorrência, o de Blood Blockade Battlefront me fez não dar uma chance ao título…

          —–

          O engraçado dessa sua reclamação das fontes, é que uma vez eu vi um blog por aí reclamando que a JBC usava fontes demais e isso poluía o texto. Rs. Eu até passei a prestar a atenção mais nisso e notei exatamente o contrário, vi que cada fonte tinha um motivo de existir e era usada para uma situação específica, ficando muito harmônico. Não sei se para quem é da área o trabalho é bom ou não, mas para mim, um leitor comum, estava bem agradável. E a crítica desse referido blog me pareceu (E ainda me parece) totalmente sem fundamento, já que a pessoa não disse nada técnico sobre o porquê ser ruim o “excesso de fontes”….

          ——-

          Nem é uma defesa do Medauar, mas atualmente a Beth Kodama usa mais o perfil pessoal no Facebook dela como divulgadora de novidades (capas e etc) do que o Medauar usa o twitter. O twitter do Medauar é mais para Pokemon Go e Olimpíadas. Rs. Da JBC ele praticamente só faz retweets e responde dúvidas dos leitores (duvidas estas geralmente já divulgadas pela Henshin).

          Ocorreu meio que uma inversão porque basicamente, se você não segue a Beth Kodama no Facebook (ou este blog^^) é provável que muitas informações fiquem perdidas já que a Panini não faz uma postagem para detalhar certas coisas (quando sai tal ou qual título anunciado, por exemplo) e só fica respondendo leitores ocasionalmente. E se você não lê os comentários você nunca ficará sabendo de nada. Rs. Por isso, a página da Panini tem um monte de perguntas repetidas à exaustão…

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          1. E sobre o papel, para comparar mesmo a gente teria que pegar caso a caso, mas digamos que o papel mais barato da JBC é de qualidade muito inferior é descartável aos da NewPOP. Com relação à Panini, jornal é a mesma coisa, mas os piores offsets são de características inferiores aos da Panini, exclusivamente em questão de gramatura. Que é só o que as pessoas andam enxergando. 🙂

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        3. Entendo que certas ações acabam manchando a imagem da editora, eu por exemplo fiquei um tempo sem comprar mangás da Panini depois de passar pela 3ª vez pela experiência de ver um mangá deles que eu colecionava ser cancelado…

          Todas as editoras tem seus pontos fortes, mas também suas falhas. Claro que cada pessoa tem experiências diferentes e é livre pra preferir uma ou outra editora, mas acho um exagero quando alguém, por exemplo, afirma que certo mangá da JBC COM CERTEZA teria sido publicado numa edição como OPM caso viesse pela Panini, como se OPM fosse o padrão da editora e tivesse o mesmo preço dos mangás em jornal, enquanto que a JBC quisesse fazer a pior edição possível de propósito só para deixar os leitores nervosos… uma coisa é querer que certo mangá venha num formato X, mas nada garante que se tivesse sido publicado pela concorrente, teria vindo no formato que você gostaria.

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          1. Sim, não há dúvidas que a coisa fica irracional e vira birra. Não estou defendendo a posição, mas sim procurando entender por que de isso acontecer e o que levaria uma pessoa a ficar nesse extremismo. 🙂

            Diga-se de passagem, é curioso como várias coisas aconteciam bastante aqui e ali e nunca foram alvo de crítica, de repente é a coisa mais inaceitável. Vi isso acontecendo com a transparência e a JBC, a tradução da versão americana pela JBC, etc. Independentemente de razão ou não, vários problemas e características sempre existiam, mas em um certo momento todo mundo se torna consciente daquilo e passa a protestar. Engraçado que muita gente não vê esses erros, mas tá lá protestando. XD

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    2. Só faltou você citar em seu comentário o caso de Tokyo Ghoul com a Panini. Nem preciso falar que se fosse a JBC que fizesse essa falta de respeito com os consumidores a mesma seria criticada pelo resto da vida, mas como é a Panini…

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      1. Verdade. Somente os dois primeiros volumes vieram em uma boa qualidade. Depois, os mangás vieram com uma qualidade porca; lombada invadindo a capa, a capa invadindo a lombada, o miolo desalinhado com a capa, as páginas faziam “crec” quando você abria o mangá. Por isso, acabei passando a coleção de graça para outra pessoa de tão porca que tava. E o pessoal reclama do aumento que Nanatsu no Taizai e Magi tiveram para R$13,90, porém com um papel melhor, enquanto que Kuroko no Basket e Tokyo Ghoul estão com o mesmo preço, mas o papel é mais fino e fica amarelado mais fácil, fora esse problema que TG teve, o único diferencial é o marcador, que apesar de ser legal, você nem liga muito pra isso.

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        1. Falando nisso, os dois primeiros volumes de One-Punch Man também vieram com alguns milímetros de diferença entre o 1º e o 2º volume. Os meus mesmos são um bom exemplo. Os de algumas pessoas também vieram assim.

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        2. Cara, aí eu te pergunto, pra quê trazer o mangá para o Brasil, sendo que o número de fãs que pediu a obra foi altíssimo pra fazer um descaso desses? Eu nem entrei ao mérito do papel ou do formato, mas isso é uma vergonha completa! Mesmo não conhecendo a obra, eu iria comprar, mas depois desses absurdos, acabei desistindo da ideia e preferi colecionar Magi e Nanatsu no Taizai por esse motivo.
          Quanto ao One Punch Man, eu também senti essa diferença nos volumes que comprei, Sirius, achei que fosse só comigo que ocorreu esse fato. O que eu não entendo é como podem fazer um ótimo trabalho com Vagabond, Berserk e Naruto e negligenciarem tanto as outras obras que possuem seu valor?

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  4. Sobre o perfil da Beth, ela pode não ser a pessoa mais tolerante como uns e outros pensam. Teve algo que eu disse para ela, que eu não lembro exatamente o que foi, e ela achou aquilo uma ofensa. E nem foi direcionada a ela, eu estava falando de um mangá da editora Panini no perfil dela e ela me bloqueou por causa disso. Eu fui em outro perfil e disse umas poucas e boas, sem ofendê-la, obviamente. Ela não disse nada, só visualizou. Eu duvido que ela tenha lido o que enviei no chat. A educação dela pode ser só aparente, para manter as aparências. Todos estes editores, no fim, são todos egocêntricos e narcisistas, essa é que é a verdade. E não se salva um! Você tenta falar com os caras e eles simplesmente te ignoram! E não foi só comigo que que isso aconteceu: várias pessoas já me disseram isso. Ah, qual é? Eles se comportam como se fossem deuses, porque agem como se fosse inacessíveis, esta é que é a verdade. Agora, sobre o perfil dela ser uma extensão da editora para várias informações sobre os mangás e tudo mais, foi realmente interessante. Eu não tinha visto por este lado, embora veja que o perfil pessoal dela não tenha sido feito para esta finalidade, já que nem todo mundo tem acesso ao perfil dela e que estas informações adicionais deveriam ser, obrigatoriamente, serem passadas e relatadas na página da editora Panini ao meu ver.

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    1. Não importa de verdade qual é a verdadeira personalidade e temperamento dela, assim como não importa se a Roses é na verdade um homem que passa as noites cheirando a calcinha da ex-namorada de 30 anos atrás. O que importa é a imagem que você passa, representantes de comunicação devem sempre parecer: 1. Receptivos, 2. Carismáticos, 3. Interessados e 4. Informado.

      1. Eles devem sempre parecer que estão te ouvindo, mesmo que não estejam. O cliente deve sempre se sentir lido, sentir que importa de alguma forma.
      2. Ajuda muito quando são carismáticos, quando fazem brincadeiras leves, quando usam os jargões jovens, memes e tal.
      3. Não basta que você se sinta ouvido, quando se reclama o cliente tem que sentir que você está interessado em resolver a situação, interessado no feedback, interessado no que ele tem a falar. Em vez de respostas automáticas, pense e dê respostas personalizadas.
      4. Ele deve parecer que sabe do que está falando, se comete um erro, deve saber passar como se fosse um deslize bobo. Algo como “Gente, tô ficando maluco, tava pensando em outra coisa, nesse caso—“. Se você fala merda, mente ou claramente está dando respostas vazias e é pego, você perde a confiança do cliente e passa a parecer um despreparado.

      Pelo menos foi isso que me ensinaram em um curso que fui forçada a fazer. Pouco importa quem você é, quando você representa a empresa, você deve virar um sociopata e entrar no papel. A imagem é que importa, quem ACHAM que você é.

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  5. Hm… Roses, falando assim… Até parece que está falando como se você fosse uma vendedora. Desculpa a curiosidade, mas você trabalha com e em que, afinal?

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    1. Evito falar da minha vida pessoal, mas isso foi num trabalho bobo numa loja. Eu tinha que sorrir e rir das piadas ridículas, concordar com tudo e criar desejo de compra. Passava o dia dizendo “esse é o produto que mais vende, sabia? É bom mesmo”.

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