Desmistificando: No Japão os últimos volumes não vendem mais!

onepiece0718141600jpg-0d1dcfO estranho caso das coleções que começam no volume 70…

Às vezes os representantes das editoras, seus canais de comunicação e a “imprensa especializada” soltam pérolas sobre o mercado japonês de mangá que todos acatam e passam a repetir. Afinal, eles são profissionais e sabem do que estão falando, né?

Atualmente uma dessas anda me perseguindo, a que diz respeito a como as tiragens no Brasil e Japão funcionam diferentes, que aqui, segundo dizem, o volume um é o que mais vende e no Japão são os últimos volumes.

Aparentemente o Japão é um país mágico onde os últimos volumes vendem horrores e os primeiros não vendem nada. Então você deve ir lá no Japão e encontrar um monte de otaku com coleção apenas dos últimos volumes. Obviamente que isso não faz o menor sentido, conversa de bêbado.

E de onde será que veio essas conversas loucas? No Japão as editoras divulgam bastante as tiragens de seus títulos (os que vendem bem) como forma de propaganda. E é perfeitamente normal que as tiragens vão aumentando gradativamente conforme a série vai ficando popular. A questão é que as empresas não costumam falar de reimpressões dos volumes antigos. O que cria uma ilusão de que há mais edições dos volumes novos que dos volumes antigos.

Anime-Dragon-Ball-50-0Vamos pegar um exemplo para visualizar melhor. Abaixo você confere alguns dados relativos à obra Dragon Ball, que, convenhamos, foi um baita sucesso aqui e no Japão.

Dragon Ball no Japão, editora Shueisha
Edição Tiragem japonesa Fonte do dado
19 1.400.000 Relatório anual de 1990
23 1.600.000 Relatório anual de 1991
26 1.900.000 Revista mensal “Tsukuru” de 9/1991
28 2.000.000 Relatório anual de 1992
33 2.000.000 Relatório anual de 1993
35 2.200.000 Revista mensal “Tsukuru” de 9/1993
36 2.000.000 Relatório anual de 1994
37 2.000.000 Revista mensal “Tsukuru” de 8/1994
39 1.800.000 Relatório anual de 1995
40 1.800.000 Revista mensal “Tsukuru” de 10/1995
42 1.500.000 Relatório anual de 1996
Na tabela você pode conferir a fonte dos dados, que neste caso são o relatório anual da Shueisha e a revista especializada Tsukuru que trabalha com criticas e dados empresariais.

Note como conforme os anos passam as tiragem informadas para as novas edições vão aumentando. É fato que em 1992 o volume 28 tinha 2 milhões de cópias, mas isso não significa que o volume 19 que tinha 1,4 milhões inicialmente em 1990 não tenha tido reimpressões. Logo, como você pode vir dizer que “o volume 19 vendeu menos que o volume 28”?

Continue analisando que a tiragem chega a um ápice no volume 35, seguido de uma queda constante até ir parar nos mesmos valores iniciais. Os últimos volumes vendem mais?! Toda a publicação tem esse tipo de curva, você acha que o primeiro volume de Harry Potter já chegou ao Brasil estourando recordes de venda? Eles chegam de mansinho, ganham destaques, são reimpressos, logo os novos volumes vendem ainda mais e assim por diante.

Até aí, da mesma forma que a tabela e dados não provam que vende mais, também não provam que vendem menos. Para isso, vamos pegar mais um dado.

Dez de 1995, todos os 42 volumes de Dragon Ball tiveram somados 110 milhões de edições (dados oficiais da Shueisha).

Certo, agora vamos sacar nossas calculadoras. Segundo os dados oficiais o ápice de DB foi com o volume 35, com 2,2 milhões de cópias. Vamos fingir que todos os próximos 10 volumes, que na verdade houve queda, também venderam isso. Quanto é 2,2 milhões vezes os 42 volumes? 92,4 milhões.

Mesmo arredondando para cima 1/4 da série ainda passamos longe do dado oficial. Onde será que estão essas cópias safadinhas?

Outro dado interessante:

No final de 1991, todos os primeiros 28 volumes tiveram somados 80 milhões de cópias (dados o jornal Yomiuri).

Na época o máximo de tiragem registrada era de 2 milhões. Peguemos a calculadora de novo, é uma conta muito difícil: 2 milhões vezes 28 volumes é igual a… 56 milhões!! Onde diabos estão os 24 milhões desaparecidos?! Assinale a sua resposta.

a. A editora mentiu para destacar a série.
b. Sua calculadora tem defeito.
c. Está nas reimpressões dos volumes anteriores.

Vou deixar que vocês tomem suas próprias conclusões.

https://i0.wp.com/www.deathnote.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Death-Note-Light-Ryuuku-590x330.jpg

Mas e se for algo que só aconteceu em Dragon Ball? Vamos tentar algo novo Death Note! Será que o último volume do psicopata com complexo de Deus vendeu mais o último volume?

Volume 12 de Death Note teve uma tiragem de 1,2 milhões de cópias. (Fonte: Relatório anual da Shueisha de 2007.)

Após a conclusão, em 2006 a fevereiro de 2007, a obra teve várias divulgações de tiragem entre 19 e 25 milhões. (Diversas fontes.)

Está na hora de sacar a sua calculadora: assumindo que todos os volumes tiveram 1,2 milhões de cópias como o 12 (que dizem é o que tinha que vender mais)… Então 1,2 milhões vezes 12 volumes… Só dá conta complexa aqui… 14,4 milhões de cópias. Metade do valor mais alto…

Conclusão? Até os japoneses acham que depois do primeiro arco a coisa ficou chata. Visivelmente os volumes mais antigos venderam mais, muito mais de o volume final.

Após a conclusão, de fevereiro a outubro de 2007, foram informadas ainda mais tiragens atualizadas de 25,3 a 30 milhões.  (Diversas fontes.)

Claramente esses aumentos ao longo do ano de 2007 foram só do volume final, é ele que vende, viu? O último dado da mesma época sobre a tiragem do volume 12 acusava 1,73 milhões de cópias. Use a sua calculadora e faça a conta do quanto o último volume não vendeu.

onepiece0718141600jpg-0d1dcfEspero que até aqui tenha ficado óbvio que só falam besteira por aí que não é assim que a coisa funciona. O Japão não é um país milagroso onde a lógica não existe, não é como os filmes de super-heróis onde a física é jogada de lado, o país dos sushis sofre dos mesmos crescimentos e quedas que todas as publicações sofrem no mundo.

Criei muita coragem e decidi montar um gráfico ilustrativo com a série mais vendida do Japão: One Piece. Vamos dar uma olhadinha na variação das tiragens no momento dos lançamentos:

gráficoOP1) Essas são as tiragens iniciais de cada volume, quando o volume x foi publicado pela primeira vez. 2) Note que há pequenos intervalos sem dados. 3) As fontes são a própria editora, revistas, jornais e artigos.

Esse gráfico mostra de forma claríssima como as publicações japonesas, por mais famosas que sejam, sofrem de flutuações (clique nele para ver maior). Podemos ver como One Piece foi gradativamente aumentando suas tiragens conforme a série se popularizava, inclusive o aumento após o volume 6 pode ter sido resultado do anime da série.

One Piece sobe até alcançar seu primeiro ápice no volume 27, com 2,63 milhões de cópias. Só para descer e aumentar e descer e aumentar… Aos trancos e barrancos ele conseguiu o recorde japonês atual de maior tiragem individual com 4,05 milhões de cópias e atualmente está descendo de novo.

Um gráfico como este é o que se espera ver de qualquer série, alguns mais ascendentes outros mais estáveis, outros um completo fracasso de venda, outros mais ondulantes. Quem nunca abandonou algo e voltou depois que “melhorou”? Fatores externos como anime e filmes influenciam também e dão grande booms nas vendas que então refletem nas tiragens.

Mas tudo isso só pode acontecer se a editora continuamente reimprimir e ter em estoque os volumes passados. De fato, a soma de todas as tiragens desses volumes do gráfico dão 153,69 milhões de cópias, entretanto a soma total divulgada ao mesmo tempo em 2015 foi de 320,981 milhões. Olha a quantidade de reimpressões.

***

No final das contas, qual o volume japonês que tem maior tiragem individual? Se sua resposta é qualquer coisa menos “o volume 1”, favor ir pro cantinho da vergonha. Obviamente que ninguém começa comprando coleções da metade e nunca leem o começo. E leitores novos, começam por onde? Pelo volume 1, óbvio! Há exceções, claro, mas a lógica de qualquer um é começar do início. Ou você pretende começar a assistir Game of Thrones da última temporada?

E quantas pessoas não compraram e não curtiram? O volume 1 vai sempre vender significativamente mais, no total, que todos os outros. Isso não significa que ele terá a tiragem inicial maior!!

É claro, o fato dos capítulos saírem primeiro numa revista vai dar uma mexida no gráfico, mas, convenhamos, quem passou 20 anos comprando uma revista semanal religiosamente e nunca perdeu nenhum capítulo? Quantos dos potenciais milhões de leitores da Weekly Shounen Jump não compram/compraram o volume encadernado de OP?

Mesmo usando essa lógica de que o rapaz lendo a revista não comprará os encadernados, todos os novos leitores da Jump tiveram que ir atrás e comprar os volumes anteriores para acompanhar a revista. O que destaca ainda mais de como as edições antigas são as que têm maior tiragem total.

maxresdefaultDepois de tudo isso, espero que você entenda o quão absurdo é reclamar que o “primeiro volume sempre vende mais”, tão absurdo quanto reclamar do sol que se põe e nasce todos os dias, tão absurdo quanto dizer que no Japão é ao contrário.

Agora, tem uma pequena continuação que às vezes acompanha essa frase: “e do segundo em diante só despenca”.

Certo, vamos pegar a lógica do armário, dar uma limpada e tentar usá-la, que a coisa está feia. Como a editora espera que o volume 2 venda mais que o volume 1 se várias pessoas compram o volume 1 para ver se curtem a série e decidem que não vão acompanhar? Ela esperava que aparecesse uma montanha de leitores insanos que começassem do volume 2 e causassem um recorde de vendas maior que o total do primeiro? Sério, analise a insanidade disto.

Vamos fazer um faz-de-conta:

Mês 1
Lancei o volume 1 de Sakura com 50 mil cópias.
Sakura 1 vendeu 35 mil cópias.
Mês 2
Lancei o volume 2 de Sakura com 40 mil cópias.
Sakura 2 vendeu 30 mil cópias.
Sakura 1 vendeu 10 mil cópias.
Mês 3
Lancei o volume 3 de Sakura com 40 mil cópias.
Sakura 3 vendeu 25 mil cópias.
Sakura 2 vendeu 10 mil cópias.
Sakura 1 vendeu 5 mil cópias.
Mês 4
Lancei o volume 4 de Sakura com 30 mil cópias.
Sakura 4 vendeu 20 mil cópias.
Sakura 3 vendeu 10 mil cópias.
Sakura 2 está esgotado.
Sakura 1 está esgotado.

Ignore os valores em si, que estão exagerados para fácil entendimento (não acontece isso em 4 meses, leva bem mais tempo). Mesmo depois do lançamento inicial, o volume 1 é continuamente vendido (isso é ainda mais verdade quando a distribuição é por fases).

No meu exemplo, no mês 2, das 35 mil iniciais, apenas 30 compraram o volume 2. Mas 10 mil novos leitores foram criados. No mês 3, criou-se ainda mais leitores novos que estão correndo atrás dos volumes passados. No mês 4 a minha falta de reimpressão extinguiu completamente a criação de quaisquer novos leitores.

A minha linha de vendas mostrará 35 mil cópias vendidas, depois 40 mil no mês 2 e 3, mas no mês 4 minha venda desce com apenas 30 mil e, graças à minha estratégia genial, não há como criar novos leitores, logo o ápice de vendas de Sakura foi o 2-3, tendo o volume 1 como o mais vendido. E daqui em diante… Já era.

Pior ainda, de quem é a culpa que os volumes seguintes venderam menos? Quem foi que, ao invés de investir no título, diminuiu a tiragem para se adequar às vendas imediatas e causou esgotamento sem se preocupar com reimpressão?

Parece piada, mas a maioria das editoras brasileiras de mangá funciona assim. Boa sorte tentando começar uma série já lançada há um ano. Boa sorte tentando achar os primeiros volumes das séries de maior sucesso. Colecionar fora de época é tão, mas tão complicado que faz você pensar de quem é mesmo o interesse em vender o produto.

Reimpressão no Brasil é tão raro que as empresas ou relançam mesmo na cara de pau alguns anos depois (ou meses) como “título novo” ou vão nas redes sociais informar todos animados que um daqueles muitos títulos esgotados será reimpresso, como se fosse algo a ser admirado e louvado.

Felizmente, algum ser divino tem intervindo e reimpressões têm acontecido timidamente aqui e ali. Mas é só olhar a lista de esgotados e fãs implorando reimpressões para perceber que isso é a exceção num mar de indisponíveis…


Desmistificando é uma coluna semanal, lançada nas quintas-feiras, sobre o mercado e mangás brasileiros e internacionais. Você pode ver todas as outras postagens anteriores desta coluna aqui. Sugestões e comentários também são sempre bem-vindos! 🙂

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Sobre Roses

“But he who dares not grasp the thorn Should never crave the rose.” ― Anne Brontë
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10 respostas para Desmistificando: No Japão os últimos volumes não vendem mais!

  1. Gabriel Campos Barcelos disse:

    Como sempre ótimo post, não sei se já falaram em algum momento, mas talvez poderiam fazer um de periodicidade, tipo mostrando a diferença daqui e o japão e planejamento das editoras brasileiras levando em conta a periodicidade no japão!

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  2. Fabio Sakuda disse:

    O post tá bacana, mas parte de algumas premissas erradas.
    Você parte do pressuposto de que as editoras não querem ou até querem mas não fazem por medo. Fazer novas tiragens aqui no Brasil é completamente diferente de fazer isso no Japão. Primeiro, pelo modo que funciona a distribuição e o mercado. Lá, se faz uma estimativa de popularidade do título e se decide a tiragem inicial em reunião editorial. Um representante comercial vende aos pontos de venda e depois, trabalha a reposição. Muitas lojas não repõem material, preferem manter apenas as coisas recentes. Lojas maiores mantém coleções completas de tudo que ainda estiver saindo. Então, o representante de vendas recolhe os números e faz um pedido de reimpressão. No Brasil, esse é o modelo das livrarias, mas as bancas são ainda o ponto de maior concentração de vendas. E nas bancas, o trabalho é loteria e trabalha com lógicas peculiares. Você tem que colocar dez pra vender cinco. Se colocar cinco, algo que venderia cinco vende dois. Todo esse material sobressalente fica por pelo menos dois meses (muitas vezes pode ficar quatro, cinco) em um limbo chamado logística de bancas. Enquanto ele não voltar, não dá pra reimprimir, sob perigo de duplicar tiragem desnecessária. Daí, acaba nas livrarias, mas não tem mais na editora, só na distribuidora. Quando volta, a demanda já caiu. E se perde vendas. Essa é a maior azia de qualquer editor.
    Segundo, a curva de vendas, que existe em qualquer lugar do mundo, no Brasil é muito mais acentuado que no Japão. E é maior ainda em coisas longas.
    Dizer que as pessoas falam que o número 1 não vende tanto quanto o último é ingenuidade. O que acontece é o movimento da curva. Pode parecer bizarro, mas o começo E O FINAL são o que mais vendem, com mais ênfase no começo.
    Eu poderia me alongar sobre o assunto (mais ainda), mas acho que faria isso no meu blog, não no dos outros, né? Hehehehe!
    Gosto muito do blog, continuem com o bom trabalho.

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    • STX disse:

      Por favor, faça esse post por nós! 🙂

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    • Roses disse:

      Sim, com toda certeza as coisas funcionam de formar diferentes nos dos países e mercados. Você têm uma cultura diferente de consumo também. Isso é óbvio.

      Na verdade a crítica não era para a falta de impressão em si, mas como as empresas não repõe volumes antigos das série que estão publicando >>agora<<, como é o caso de Ataque dos Titãs, por exemplo. Como a empresa pretende criar leitores novos para uma série em que está trabalhando agora se os volumes iniciais estão esgotados? Não só na editora, bancas e livrarias. Tem séries sendo publicadas agora que só em sebo e mercado livre. Como justificar algo assim?

      Venda e tiragem são coisas complicadas. Os dados acima são de tiragens, as tiragens no final diminuem. Pode haver séries que terminem no ápice? Podem.
      Mas vendas… Vamos começar com o fato que só "sabemos" venda por causa do Oricon. E você só vai saber as vendas se eles alcançarem o ranking. Mesmo na versão paga, eu não tinha acesso, por exemplo, à lista de vendas por série. Eles mudaram isso? Logo se você pegasse todas os dados de venda do oricon fica parecendo mesmo que o último tá vendendo mais, mas se você não pode comparar com os últimos dados dos outros volumes daquele mesmo mês do último volume, é impossível.
      A tiragem por outro lado, é fato. A diminuição de vendas é visível na diminuição das tiragens. E quando a obra é completada, claro que muita gente vai atrás, decide completar a coleção e comprar novos volumes, mas quem compra o ÚLTIMO volume apenas? O curioso que quer saber como terminou? Como esse curioso sabe a história para ter curiosidade de como acabou?

      Se você me disser que o último vende mais que o penúltimo. Sim, isso pode acontecer. Especialmente no mundo de revistas periódicas. O cara pode ter colecionado até o 7 de Death Note e comprado o 12. Ou ser relacionado ao anime. Ainda assim, o "gap" entre o vol 1 e o vol 12 é absurdo.

      Olha este exemplo, 女子大生家庭教師濱中アイ, concluído com 6 volumes em junho de 2006. Em 2007 foi divulgado no relatório da empresa as vendas: 1~6 = 94,1万; 6 = 13.1万
      O volume 4 foi inicialmente informado 13.1万 e em 2006 (no lançamento do 6) foi atualizado para 15.4万. O volume 6, em 2007 foi atualizado para ainda 13.1万. (Na verdade foi dito a circulação anual, que foi a mesma). Onde o último volume vendeu mais? Ninguém diminui tiragem por que tá vendendo muito. Se fingirmos que todos os volumes 1-5 venderam 15.4+ o 6 = 90,1万. Ou seja, 1-5 teve uma média maior que 15.4万, que é bem maior que 13.1万, dado oficial da época.

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  3. Bruno disse:

    O maior mistério é: se o Volume 1 é o que tem mais, onde eles foram parar? Blue Exorcist, Ataque dos Titãs, Claymore, Bleach?

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    • Roses disse:

      Na casa das pessoas? XDDDD

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    • Eddie disse:

      Sobre o Volume 1 de Ataque dos Titãs:
      (1) muita gente que viu o anime quando comprou o Volume 1 não gostou do traço da arte do mangá e o dropou.
      (2) também teve o erro da lombada que muita gente não gostou e comprou novamente o Volume com a lombada corrigida.
      O que cada uma dessas pessoas fizeram com o seu mangá não dá pra saber, alguns o guardam até hoje, outros venderam ou deram para algum amigo, e outros jogaram no lixo.

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  4. Filipe disse:

    A NewPOP não deixa os títulos esgotarem, com exceção de alguns poucos que, segundo o Júnior Fonseca, serão reimpressos, como Speed Racer, ou relançados, como Dark Metrô.

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