Opinião

O que a NewPOP pode ensinar às outras editoras brasileiras?

newpop-preto

Há duas semanas publicamos a matéria O que a Panini pode ensinar às outras editoras. Ela foi a primeira de uma série de três postagens em que buscamos passar certos aspectos positivos de uma editora que poderiam ser seguidos pelas demais, como forma melhorar a imagem das empresas.

Hoje daremos continuidade, falando da editora Newpop. Como dissemos na postagem passada iremos listar apenas as atitudes positivas e desconsideraremos todos os erros e aspectos da editora que precisam ser melhorados. Aqui importam apenas os acertos que poderiam ser seguidos por suas concorrentes. Também como dissemos na postagem passada, vale lembrar que essa análise é imediatista, referente ao presente e exato momento, e talvez não faça mais sentido daqui a alguns meses caso as melhorias apresentadas aqui sejam implementadas pelas concorrentes. É importante frisar que o que é falado aqui é uma opinião de alguém que está “do lado de fora” das empresas. São medidas que adotaríamos se estivéssemos dentro de alguma das editoras e se tivéssemos poder de decisão.

***

5. Publicação de produção nacional

zuckerEntre as principais editoras nacionais é a Newpop quem se destaca com a publicação de mangás nacionais. A editora já tem em seu catálogo duas obras do Stúdio Seasons e há a promessa de novos títulos nacionais em breve, como Dead Zone e Hansel&Gretel. Uma de suas concorrentes até se equipara a Newpop por realizar um concurso nacional de mangás, mas a pequena editora paulista continua à frente por estar mais aberta ao envio de material por parte de autores nacionais, possuindo em seu site toda a explicação necessária para se apresentar um projeto.

Não interprete errado. Achamos sensacional o concurso de mangás promovido por sua concorrente, só consideramos que as demais editoras deveriam seguir o exemplo da Newpop e estar abertos a autores nacionais. Há um monte de gente no Brasil que deseja tornar-se um mangaká e há obras nacionais muito boas como o Ledd (editora Jambô) ou Vidas Imperfeitas (HQM) que passam despercebidas por uma boa parcela do público por não serem publicadas pelas “grandes editoras”.

Se aquela editora que voltou ao mercado 2012 ou se a editora multinacional também estivessem abertas aos escritores e desenhistas nacionais poderia-se começar a romper a barreira do preconceito para com o produto local e criar um público leitor fiel. Algumas pessoas dizem que a Newpop só está aberta “de fachada”, pois só publica “grifes” (Stúdio Seasons, conhecido grupo; Douglas MCT, publisher do Lámen; e Fábio Sakuda, tradutor da própria Newpop), mas a verdade é que é necessário ter uma obra de qualidade para a editora publicar. Júnior Fonseca, dono da editora, já comentou em algumas oportunidades que eles recebem muitos roteiros e obras muito ruins, mas se receberem algum título nacional de muita qualidade eles irão publicar sim. Então esse é sim um ponto muito positivo da editora e que deveria ser seguido por algumas de suas concorrentes.

4. Light novels

K-side blue (novel)

Está certo que outras editoras já publicaram light novels, mas é a Newpop quem está investindo “desde sempre” nesse filão de mercado. Embora inicialmente a editora só tenha trazido obras baseadas em mangás de sucesso, agora ela começou a diversificar e publicar light novels independentes, como K-side blue e o recente anúncio de Fate Zero.

Com esse exemplo, as demais editoras poderiam começar a apostar em algumas novels que não tivessem o mangá publicado no país, mesmo que fossem as de poucos volumes para testar mercado. Não parece haver movimentação por parte das concorrentes neste sentido. Uma delas lançará uma novel que originou um mangá de sucesso, enquanto outra ainda pretende começar a estudar trazer as novels de seus títulos importantes.

Sempre acreditamos que o ideal seria justamente isso, as editoras trazerem novels que são baseadas ou originaram mangás de sucesso. Entretanto, a partir do momento em que vemos uma editora investindo fora dessa perspectiva, torna-se necessário notar que as demais deveriam sair um pouco fora de seu planejamento habitual e arriscar um pouco mais. A gente sabe que as coisas não funcionam tão facilmente como gostaríamos, que as editoras têm estruturas e planejamentos diferentes, mas seria realmente muito interessante elas começarem a se interessar por esse novo ramo de mercado.

3. Diversidade de publicações

Kamisama OnegaiEnquanto as editoras maiores estão alicerçadas uma em títulos shonens e outra em títulos seinens, a Newpop possui um catálogo bem mais diversificado que os das outras editoras, publicando todo tipo títulos, até mesmo joseis, boys love, hentais, entre outros. Esses nichos não explorados são importantes e as concorrentes deveriam fazer um estudo para a publicação dessas obras nem que seja uma vez ou outra.

Não estamos reclamando das obras publicadas pelas “duas grandes”, os catálogos delas estão excelentes e não mudaríamos nenhum dos títulos presentes neles, mas pense bem: quando foi a última vez que você viu as duas principais concorrentes lançando um título josei? E um hentai? Pois é… aquela campanha por mais shoujo até que deu certo (ao menos, isso é o que a multinacional nos fez acreditar), mas o resto só mesmo com Newpop.

É provável que é justamente pelo fato de a Newpop ser uma editora pequena e ter poucos funcionários que ela pode arriscar tanto em obras de nicho, então cobrar as duas maiores concorrentes pode ser injusto. Mas será que não daria para dar uma arriscada aqui e outra ali? Afinal, o público já pede diversidade há tempos e já passou da hora de elas começarem a testar novos mercados, não é mesmo?

2. Qualidade física

A preocupação com a qualidade física dos mangás é uma constante para a Newpop. Não à toa é a única editora a lançar todo o seu catálogo em papel offset 90g ou outro papel de melhor qualidade, além de um bom acabamento. Está certo que o preço de muitos lançamentos costumam ser mais caros que os das demais editoras, mas alguns deles se equiparam com títulos publicados em papel jornal. Basta ver que a série Madoka custa R$ 12,00.

As concorrentes têm começado a aumentar a qualidade em um título aqui e outro ali, mas ainda é muito prematuro e com inconstâncias. Para ser bem sincero, não reclamamos tanto dos mangás da concorrência, mas seria interessante melhorar um pouco mais o acabamento e (por que não?) utilizar pelo menos o papel offset em todas as suas publicações…

1. Política de cancelamento de obras

Sabemos que se um título não vende o suficiente para se manter é natural que uma editora o cancele, afinal as empresas precisam ter lucro para sobreviver. Porém a Newpop passa a confiança aos seus leitores de que não cancelará nenhuma de suas obras. Em mais de uma oportunidade, Júnior Fonseca, o dono da editora, prometeu que não iria cancelar obras e não temos o porquê de duvidar.

O mesmo não ocorre com suas concorrentes, pelo menos com parte delas. De vez em quando, elas lançam alguns títulos que preocupam quanto ao seu futuro. Afinal, se já teve mangá de quatro volumes cancelado após um único lançado, qualquer coisa pode se esperar das editoras de mangás. Mesmo que o último cancelamento oficial tenha ocorrido há dois anos, os leitores ainda não têm confiança de que outras obras não tenham o mesmo fim.

Como as concorrentes podem adquirir essa confiança do leitor? Deixando claro a sua política de cancelamentos e não enrolando o povo com paralisações indefinidas. Se as editoras fizessem isso, não nutriríamos qualquer medo de cancelamentos, mesmo se oportunamente eles ocorressem. Basta olhar o exemplo de outra editora nacional que só teve uma obra cancelada até hoje e não nutrimos qualquer possibilidade de que mangás dela sejam cancelados…

***

Essa foi a nossa postagem de hoje. A terceira e última sairá daqui a duas semanas, igualmente em uma segunda-feira e falaremos da JBC. Mas e então, leitor, concorda com nossas opiniões? Discorda muito? Há mais coisas que as outras editoras deveriam imitar da Newpop? Coloque nos comentários…

Biblioteca Brasileira de Mangás

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16 thoughts on “O que a NewPOP pode ensinar às outras editoras brasileiras?”

  1. O que dizer da NewPOP? Apenas que concordo com tudo que foi falado aqui.

    Quem leu Helena? Gente, aquela obra está incrível. Como foi dito no post, acho legal o BMA e tal, mas de que adianta apenas o concurso se não planejam publicar nenhuma das séries? Tanto que obras com potencial como Stamind e Quack! foram pra Draco.

    Sobre Novels, vou colocar meu ponto aqui junto com da diversidade. Isso é importante para o mercado, sejam novels, yaoi, hentai, shonen, shoujo ou o que quiserem, o que importa é que venha mangá bom, sem rótulos, sem preconceitos ou demografias. O pessoal se prende nessas coisas e perdem ótimos títulos por besteira, torço para que a NewPOP traga Nozoki Ana e até mesmo Onani Master Kurosawa.

    A qualidade, ok, eles pecam na revisão do texto, mas é inegável a qualidade. No Game No Life é de encher os olhos, o xodó de quem coleciona. O próprio Helena que comentei a pouco ou o recente “5 cm/s” que está impecável também.

    Mais uma vez, parabéns pelo post. Excelente como sempre.

    https://itadakimasuanimes.wordpress.com

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  2. Bom, é inegável a qualidade dos mangás da NewPOP, o que me agrada muito. Só tem uma coisa a melhorar nisso: a cola que eles usam para colar as capas, porque com o passar de tempo, a capa vai desprendendo do mangá. E alguns mangás meus já aconteceram isso, infelizmente (e ao que me parece, vou ter de comprar tudo de novo, aff. ¬¬).

    Ainda sobre a qualidade… A qualidade da NewPOP é superior às suas concorrentes: JBC e Panini. Mesmo assim, há alguns anos, a JBC fez um Henshin Online #24 toda pretenciosa, dizendo que os seus mangás tinham uma qualidade superior à suas concorrentes, porque ela era a melhor editora de mangás no mercado e blablabla… Sinceramente, que qualidade superior é essa num mangá impresso com papel jornal, nosso famoso pisa-brite 52g? Eu não vi nenhuma, mas foi simplesmente uma atitude podre da JBC ter dito isso na época, pois “a qualidade superior” dos mangás da editora residem em relançamentos (Rurouni Kenshin, Love Hina, Card Captor Sakura, Yuyu Hakusho e Hellsing) e em publicações ditas especiais (como Sailor Moon, Codename Sailor V, Socrates In Love… E por aí vai.), não em sua “linha normal” de mangás.

    Ademais, eu concordo com tudo que foi dito na sua matéria. Parabéns!

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  3. Parabéns pelo blog. Achei a postagem muito legal e a proposta dessa série muito interessante. Não é apenas por ser insider, mas achei esse post e o outro da Panini um must read pro público no geral.

    E só pra salientar mais um ponto importante, a NewPOP também tenta manter o catálogo sempre disponível, salvo casos de contrato expirado. Por esse motivo, você nunca vai encontrar Madoka 2 sendo vendido por 150 reais, por exemplo. O preço de capa continua inalterado desde o lançamento e, em eventos, você pode comprar com desconto. No último AF, eu empurrei Red Garden pra muita gente, por acreditar que é um título legal e muita gente deixa de comprar porque não sabe que é de horror/gore, acha que é romance/yuri. E o argumento principal era dizer “compra o primeiro, depois pensa. Mesmo ano que vem, você vai conseguir completar coleção”. E isso anima muito as pessoas a darem uma chance para títulos desconhecidos.

    Continue com o blog! Abraço!

    Curtido por 1 pessoa

  4. 2. Qualidade física
    A preocupação com a qualidade física dos mangás é uma constante para a Newpop. Não à toa é a única editora a lançar todo o seu catálogo em papel offset 90g ou outro papel de melhor qualidade, além de um bom acabamento. Está certo que o preço de muitos lançamentos costumam ser mais caros que os das demais editoras, mas alguns deles se equiparam com títulos publicados em papel jornal. Basta ver que a série Madoka custa R$ 12,00.

    Aqui eu abro um pequeno parênteses, porque de fato a editora ela merece parabenizações pelo papel usado, mas nem tudo são flores… pois infelizmente a maioria dos seus lançamentos, apesar de utilizarem um papel bom, sofrem com moirés terríveis, que na minha opinião afetam diretamente a qualidade física do lançamento.

    Alguns exemplos que tenho aqui à mão:

    No. 6 (mangá) / No Game no Life (mangá) / Madokas
    As artes destes títulos usam abundantemente as retículas, porém nas publicações da Newpop, as retículas mais fininhas viraram todas um enorme xadrezado borrado.

    Usagi Drop
    O mangá quase não se utiliza de retículas (e o pouco que tem, geralmente são grandes), então o problema do moiré quase não se é notado, mas se tiver vista boa e prestar atenção nas linhas retas como nas bordas dos quadros, pode-se notar alguns serrilhados (que não aparecem nas letras, que evidencia que deve er um problema originado antes do letreiramento).
    Esses serrilhados também podem ser notados nos títulos citados anteriormente.

    Don Drácula
    Só pra não dizer que 100% dos lançamentos da Newpop possuem o problema, Don Drácula faz parte dos poucos que não apresentam os xadrezados e nem os serrilhados, apresentando de fato uma qualidade física de primeira.

    Anyway, eu fico apenas surpreso de raramente ver comentários citando esses problemas, que acontecem em vários títulos da editora desde os seus primórdios e que continuam se repetindo até hoje. 😦

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    1. Hm… Interessante. Se aqui pudesse, era interessante mostrar fotos para a melhor exemplificação do que você disse, porque só sendo assim, não é fácil assimilar a informação somente escrita.

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      1. Ok, tirei umas fotos aqui com a câmera do celular, mas aparentemente dá pra se ter uma ideia.
        (Em todos os casos, deixe a imagem na resolução original pra se notar melhor os detalhes)

        Aqui uma foto de Usagi Drop (Desça até aparecer o texto):

        Pode-se notar que todas as linhas da arte estão com um padrão de “serrilhados”, porém as letras estão lisinhas.
        As retículas em Usagi Drop não são tão detalhadas, então o padrão moiré por si acaba quase não aparecendo, mas esses serrilhados não deveriam estar ali e acabam dando um tom mais borrado aos traços.

        Don Drácula, que ao meu ver, não sofre dos problemas citados.

        A foto saiu um pouco ruim, mas pode-se notar que aquele padrão de “pontinhos” nas bordas que estavam parecendo claramente em Usagi Drop, não ocorrem aqui.
        As leves torturas/tremidas nas linhas aqui aparentemente são da própria arte, pois não possuem um padrão repetitivo, como no caso anterior.

        Fica difícil eu postar uma foto comparativa de No.6, No Game ou Madoka, pois não tenho uma outra versão aqui na mão pra mostrar lado a lado, então no lugar deles usarei o mangá de Azumanga Daioh:

        Aqui a versão da Newpop (peço desculpas por ter pego a sombra do meu dedo na foto, mas creio que isso não deve interferir no exemplo…)

        E Azumanga Daioh da versão Omnibus americana, da falecida ADV Manga:

        Na versão da Newpop dá pra notar o mesmo serrilhado que comentei em Usagi Drop, enquanto na edição gringa não há serrilhado algum.

        Note também as retículas usadas no cabelo da Chio, que na edição gringa são pontinhos bem definidos, enquanto na brasileira eles viraram quase que uns quadradinhos.
        Essa deformação, que em retículas mais sensíveis acabam gerando o padrão moiré (tipo, gerando padrões “xadrezados”, onde deveriam estar num padrão “liso”).

        Ao ver no papel, o cabelo dela acaba mostrando um formato bastante xadrezado na edição da Newpop, enquanto na versão americana fica mais “parelho”.

        É difícil explicar direito, ainda mais sem saber de fato os termos técnicos para os efeitos, mas espero que tenha dado pra entender (e visualizar) os problemas.

        []’s

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      2. Oh, eu não sabia que o wordpress agora dá embed nas imagens linkadas.

        Então, no meu comentário anterior (que no momento está aguardando moderação, mas que deve ser liberada mais tarde), clique nos links das imagens para abri-las em uma nova aba, para visualizá-las em resolução total (pois nas miniaturas exibidas não dá pra perceber os detalhes citados).

        []’s

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    2. Caraca como vc é detalhista…ninguém chega a 2cm do manga para le-lô. Para perceber esses detalhes vc tem que prestar atenção. se vc estiver lendo em uma distancia normal vc não notará esses detalhes que você falou.

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      1. Bom, eu leio a cerca de 25cm de distância da revista e infelizmente consigo perceber, ou seria felizmente, pois deve significar que provavelmente tenho uma vista afiada. 😛

        Explicando melhor, ao ler normalmente, eu não enxergo os pontinhos em si, mas no aspecto geral, mesmo em distância de leitura as linhas deixam de ficar totalmente definidas, dando um aspecto mais borrado às mesmas (ou no caso das retículas, elas ficam com o padrão deformado).

        Por exemplo, peguei agora um No.6 #5 aqui e notei que enquanto a maioria das páginas estão normais e bonitinhas, algumas poucas páginas aleatórias estão com um aspecto mais borrado e ao analisar melhor, estão com os problemas que eu descrevi nesse comentário do ano retrasado, onde as retículas que eram pontinhos na página anterior se tornaram borrões e as linhas que eram linhas nítidas e definidas, também ficaram com aspecto borrado (causado por aqueles pontilhados que apareceram nos cantos das linhas ao se dar um “zoom”).

        Aproveitando, lembrando de cabeça agora, felizmente 5cm/s também passou sem os problemas citados.

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  5. É, de fato a newpop dá UMA AULA de como publicar mangás nas suas concorrentes maiores, a qualidade é ótima de fato, apesar de as.vezes ter uns errinhos.Agora, kyon, vc concorda com o que o cassius da jbc disse uma vez, de que não dá pra comparar as editoras, pois cada uma tem a sua “realidade”?!

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  6. Achei muito bacana a postagem. Foi a primeira que li desse blog.
    Concordo com os exemplos citados. Apesar de não ter nenhum título publicado pela Newpop na minha estante, acompanho bastante os lançamentos e acredito que a editora está em um caminho que agrada muito os leitores.

    Queria aproveitar para elogiar o blog. Gostei muito do estilo de vocês.

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  7. De fato a Newpop tem surpreendido todo mundo com a variedade de lançamentos. Os únicos defeitos que eu ressaltaria é a revisão dos textos, que é >péssima<, e acho que falta um designer mais experiente na editora para fazer a diagramação das capas. Com frequência eu sinto que a tipografia escolhida não combina com a arte da capa. As vezes parece o tipo de coisa que eu poderia fazer no paint. Sei que é uma editora nova e pequena, mas erros ortográficos e capa feia são coisas que realmente me impedem de comprar os lançamentos deles.

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